IA, isto é incrível, mas pode matar-nos
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
As brincadeiras fazem-se com elfos que ganham vida no Natal e peluches conversadores. Nos TPCs, o algoritmo também ajuda. Histórias de quem adere, com muita cautela. Especialistas alertam para os riscos de dependência de feedback imediato.
O escritor catalão, autor de A Catedral do Mar – que fez dele um dos escritores espanhóis mais vendidos no mundo – fecha esta trilogia com o seu último livro, No Amor e na Guerra.
A divulgação dos documentos em bruto da investigação ao malogrado Jeffrey Epstein já causam danos na elite política americana - e não só - e ainda vai no adro.
E se, apesar de, como se costuma dizer, nos ouvirem, monitorizarem movimentos, localização e comportamentos, esta aceleração forçada que nos faz andar depressa demais for, afinal, tão insustentável que acabe por (espero) ter efeito contrário?
O professor apresenta-nos as vantagens e os perigos da IA e sublinha que o mundo não vai acabar. Mas temos de estar atentos
Fernando procurou respostas no algoritmo, quando foi traído pela “ex” e ficou destroçado. Maria sentiu que não estava a evoluir na terapia convencional e questionou online. Alice fala-lhe sobre ansiedade. Psicólogos e Ordem profissional alertam para os perigos do Chat GPT entre os mais vulneráveis. A ferramenta massifica-se em Portugal no último ano e meio.
Um pedido simples a um modelo de IA tende a consumir mais eletricidade do que uma pesquisa no Google.
A ideia de que a IA pode tomar conta do mundo pode parecer cinematográfica mas é cada vez mais real. Contudo, a Apple divulgou um estudo no qual afirma que todos este modelos não pensam, apenas memorizam.
O Deepseek, alternativa chinesa ao ChatGPT, usa código aberto e tem-se afirmado pela capacidade de se igualar à OpenAI. Ao que dizem, tem um custo inferior e consome menos recursos.
É arquiteto de formação, mas o que o move é o combate à desertificação da Beira Baixa. Além de ter criado uma forte comunidade de nómadas digitais e vários pólos tecnológicos, ergueu um festival de música e artes visuais. Agora, abre as portas do palácio Picadeiro aos artistas que ali querem fazer acontecer.
As pessoas não querem, necessariamente, falar com máquinas mas querem minimizar a dor que estão a sentir. Procurem as soluções digitais e artificiais que quiserem mas o problema reside no acesso a cuidados de saúde.
A verdadeira insustentabilidade está neste capitalismo de dados que transforma formas de vida sem que ninguém disso se aperceba e faz de nós uma espécie de amiba que vai na onda sem reparar que está no mar.
A ciência está a estudar tratamentos inovadores, mas os velhos bons hábitos (exercício e boa alimentação) ainda são o melhor - a forma de segui-los é que está sempre a ser refrescada. Noutro plano: a família do primeiro-ministro fez bons negócios imobiliários.
Dizem os especialistas que o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, e uma forte política de bem-estar social, garantem a felicidade. Mas também a confiança, bondade (ou empatia, talvez) e ligações sociais. E eu acredito. Faz sentido.
De acordo com o cientista, o maior risco em relação à IA é "a falta de compreensão" que existe em torno dela, pelo que uma prioridade é educar o público em geral sobre os seus benefícios.