A corrida dentro da corrida da 2.ª volta
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
Mais do que a eleição do Presidente, o que está realmente em dúvida é o desfecho de mais uma batalha na guerra entre os blocos da direita liberal e iliberal
Hugo Soares, líder parlamentar, proibiu resposta a jornalista da SÁBADO. Na IL, vota-se timidamente em Seguro. No CDS, em ninguém
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
A IL "não vai apoiar nenhum candidato" na segunda volta e não fará campanha "na medida em que o seu espaço político, reformista, do centro-direita, não é representado por nenhum deles".
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
O liberal será substituído por Marta Ferreira Silva. Guimarães Pinto sai por "motivos pessoais".
A ex-eurodeputada encara com "normalidade" a saída. António Vitorino vai ganhar um espaço de comentário semanal.
Primeiro-ministro diz que não só a capital como também Portugal precisa deste “autarca de excelência”.
O ex-líder da IL fez um balanço dos seus dois anos à frente do partido, elencando propostas que foram apresentadas na área da saúde, habitação, impostos ou da reforma do Estado.
Os partidos debateram o programa apresentado pela AD esta terça-feira. Houve várias críticas, até pelas medidas alheias incluídas pelo Governo no programa.
"Não quero ninguém na administração pública por ter cartão partidário, mas também não quero ninguém na administração pública a fazer contravapor a quem está no Governo", disse o primeiro-ministro.
A IL cresceu ligeiramente, mas aquém das expectativas, e sem ganhar influência nas políticas. No partido, a pergunta agora é: “Por que não crescemos mais?” Liderança de Rui Rocha não deverá estar em risco - por agora.
Com efeito, a audiência total do dia de ontem foi de 2 milhões e 36 mil espectadores. Com este número total de espectadores, o NOW alcançou um dos melhores desempenhos diários de sempre, com um share médio de 1,8%.
Partido conquistou mais um deputado - tem agora nove - e cresceu ligeiramente em votos, mas ficou aquém das expectativas. Hecatombe do PS leva a AD a ter mais votos do que toda a esquerda unida e a não precisar da IL, que também não tem incentivo para um arranjo maior com Luís Montenegro, confirmou Rui Rocha.
A corrupção é um problema grave para 93% dos portugueses. E os deputados? Enviámos aos 230 um inquérito científico sobre o tema. Conclusão: não querem saber. Só quatro responderam.
Os dados da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos revelam quem doou o quê nos últimos cinco anos. Em média, os partidos com assento parlamentar receberam cerca de 1 milhão de euros em donativos por ano. Nas listas de doadores estão algumas das famílias mais ricas e donos ou gestores dos mais poderosos grupos económicos portugueses. E quase ninguém quer explicar porque dá dinheiro a um partido político.