Como funcionam as lojas secretas da Maçonaria
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
Livro conta os bastidores das “ocupações, nacionalizações e conspirações que abalaram o tecido empresarial português” após a Revolução. O 25 de Novembro, há cinquenta anos, foi o fim do pesadelo para as grandes famílias e grupos económicos
O primeiro português a ter duas estrelas Michelin cresceu em Cascais, marcado pela morte súbita do pai quando tinha 7 anos. Quis ser arquiteto, mas acabou a conquistar prémios de cozinha - o primeiro no Tavares, onde até toalhas pagou.
Durante cem anos, aventureiros e capitalistas enriqueceram no tráfico de escravos. Ulrich, Bravo, Van Zeller ou o conde de Ferreira: as histórias dos últimos negreiros portugueses.
"O compromisso de 5% pode muito bem ter o mesmo destino que os de 2%, em que alguns aliados cumprem o objetivo enquanto outros ficam aquém", diz membro da NATO.
Tinha 86 anos e estava internado nos cuidados paliativos de um hospital privado. Chegou a ser condenado a 17 anos de prisão pelo envolvimento na organizaçã terrorista.
Com as contas congeladas, foram impedidos de entrar nas empresas e presos em beliches de Caxias. Alguns, fugiram – um deles pelo telhado de casa.
Com tanta mudança, oxalá os europeus acordem rapidamente do torpor da época estival porque a rentrée política em Bruxelas promete ser tão quente como o verão que agora termina.
A newsletter de terça-feira.
Neste episódio, Catarina Caria fala com Henrique Burnay, senior partner da EU Opportunity e professor universitário, e com Vasco Becker-Weinberg, eurodeputado e membro da comissão executiva do CDS-PP.
A aristocracia política e tecnocrata de Bruxelas é um problema numa Europa alargada e desigual. Mas ter uma União pesada, chata e moderada pode mesmo ser a melhor forma de abrir as portas do continente a quem procura uma vida melhor.
O primeiro a nascer em Portugal foi um importante homem de negócios no Porto – o escultor Soares dos Reis fez-lhe um busto da mulher, a viscondessa Andreza. Com o segundo conde, o comboio chegou a Cascais e o projeto de uma estância turística que rivalizasse com a Côte D’Azur começou a ganhar forma.
Os maiores grupos económicos podiam ter mais de 100 empresas em Portugal, Angola e Moçambique. Muitos eram controlados por famílias como os Champalimaud, Mello e Espírito Santo. Tinham fábricas, bancos, hotéis e cinemas. Alguns dos herdeiros discutiam negócios ao domingo com Salazar.
Durante quase cinco décadas, liderou a maior empresa das antigas colónias, que ocupava, em Angola, o equivalente a um terço do território português. Com um salário milionário, criou uma das maiores coleções de arte do País, mas morreu sem deixar dinheiro no banco. Teve várias polémicas com Salazar, que chegou a visitá-lo em casa.
Da família cuja história se cruza, a espaços, com a de Portugal - os Burnay - a mais um exemplo de como o meio académico continua a lidar mal com o assédio, passando ainda pela opinião de Bruno Nogueira sobre música, há muito para ler a caminho das festas (e temos um guia, caso esteja em Lisboa).
Chegaram a Portugal de barco, com um herdeiro clandestino a bordo. Um deles, feito conde por um rei, foi o homem mais rico do País, dono de palácios, de bancos e da Carris. Casaram com Roquettes e Mello Breyners, sobreviveram a cenas de pancadaria e a um assassinato. São, hoje, perto de três mil, mas a fortuna original desapareceu.