Médio Oriente: 19 países condenam medidas israelitas para "anexação de facto" da Cisjordânia
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.
A China reafirma a sua defesa da solução política dos dois Estados – Israel e Palestina – a coexistirem de forma pacífica e segura.
A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.
A formação do comité está prevista no plano de paz de Trump e cuja primeira fase incluiu um cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025, após dois anos de guerra entre o grupo extremista Hamas e Israel.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
Em junho, o Presidente Donald Trump anunciou que cidadãos de 12 países estariam proibidos de visitar os Estados Unidos e as pessoas de outros sete nações enfrentariam restrições.
A União Europeia é a maior financiadora da Autoridade Palestiniana e acredita que esta possa ser capaz de governar Gaza de forma eficaz depois de profundas reformas.
A Autoridade Palestiniana anunciou que os responsáveis pelo atentado que causou uma vítima mortal e três feridos na Cisjordânia são dois jovens com 18 anos.
O presidente dos Estados Unidos defendeu que a votação entrará para a história porque a sua proposta "levará a uma maior paz em todo o mundo".
O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução de apoio ao plano que autoriza o estabelecimento de uma Força Internacional de Estabilização temporária no enclave.
A primeira fase do plano de Trump está (quase) concluída, mas subsistem questões quanto aos próximos passos para a pacificação duradoura da região.
Mais de vinte líderes mundiais estão reunidos no Egito para apoiar o cessar-fogo alcançado em Gaza, encontrar uma forma de terminar a guerra e desenvolver uma visão de longo prazo para a reconstrução do enclave.
“A verdade é que o Governo fez tudo aquilo que estava ao seu alcance", afirmou Luís Montenegro.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
A "Comissão para a Paz" é o comité internacional que será responsável pela liderança da Faixa de Gaza, segundo o plano apresentado pelo presidente dos EUA.