Guerra, combustíveis e até genocídio: os temas quentes discutidos na assembleia geral da ONU
Netanyahu garantiu que o que está a ocorrer em Gaza não é um genocídio, mas sim o "oposto" e acusou os críticos de Israel de serem antissemitas.
Netanyahu garantiu que o que está a ocorrer em Gaza não é um genocídio, mas sim o "oposto" e acusou os críticos de Israel de serem antissemitas.
Pelo segundo ano consecutivo, a Administração norte-americana negou vistos a uma delegação palestiniana de alto nível que pretendia participar na reunião anual de líderes mundiais nas Nações Unidas.
Exército israelita assinou pelo menos 15 ordens de confisco de terras em julho, abrangendo aproximadamente 20 hectares da província de Jenin, no norte da Cisjordânia.
As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.
Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas “não farão qualquer retirada” do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado".
O Governo de tecnocratas palestinianos, que espera assumir a autoridade sobre a Faixa de Gaza no futuro, saudou os progressos nas negociações sobre o desarmamento do Hamas, anunciado na quinta-feira por Donald Trump.
Segundo foi divulgado há três opções em cima da mesa: a imposição de tarifas, a proibição total de comércio ou um sistema de licenciamento das importações.
Abbas, de 90 anos, foi eleito para o cargo em 2005, após a morte de Yasser Arafat. Não indicou se será candidato à sua própria sucessão.
Forças israelitas abriram fogo contra o carro da família na cidade de Hebron, ferindo mortalmente o bebé Sam Fahd Abou Haikal. Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967.
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
O partido que lidera, a Fatah, iniciou o primeiro congresso do movimento em 10 anos, em que irá eleger um novo comité central.
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.
A China reafirma a sua defesa da solução política dos dois Estados – Israel e Palestina – a coexistirem de forma pacífica e segura.
A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.
A formação do comité está prevista no plano de paz de Trump e cuja primeira fase incluiu um cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025, após dois anos de guerra entre o grupo extremista Hamas e Israel.