Atracções fatais
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
A barbárie de Putin, pelos vistos, não comove o PCP. Felizmente, tem comovido os eleitores, que reduziram o partido a três gatos pintados. Se um dia a bancada ficar vazia, será também por causa da Ucrânia.
As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
Declarações surgiram depois de uma declaração conjunta de cinco países europeus ter revelado que o opositor russo morreu devido ao veneno de uma rã-flecha.
Dissidente russo morreu numa colónia penal na Sibéria, há dois anos.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Marco Rubio garantiu que os Estados Unidos querem alçiados fortes.
Dissedente russo morreu em 2024 numa prisão na Sibéria, aos 47 anos.
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
A ambição de identificar uma possível essência individual do mal fascinou naturalmente os psiquiatras que analisaram os detidos nazis de Nuremberga.
A “Big Beautiful Bill”, aprovada no Senado com o desempate do vice-presidente Vance após três senadores republicanos terem votado contra, é a expressão de toda uma Presidência: Trump tira aos pobres para dar aos ricos. É “Robin Hood” ao contrário. Legal, sim. Mas profundamente imoral.
O fotógrafo brasileiro, que retratou a preto e branco o sofrimento humano e a beleza e agonia da natureza, morreu aos 81 anos.
Na queda do Governo, a IL é o único partido que tem as mãos limpas. Talvez por ter intuído que as dúvidas legítimas sobre a actividade empresarial de Montenegro não justificavam nova crise e novas eleições no espaço de um ano.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.
O Tribunal Constitucional apontou três inconstitucionalidades. O diploma terá de voltar à Assembleia da República e precisará de ser de novo aprovado. Mas, segundo os especialistas ouvidos pela SÁBADO, em princípio só se alterarão os aspetos identificados. Não será preciso uma nova discussão do tema.
Não discriminou homossexuais, nem falou contra as mulheres em lugares de poder. Condenava a corrupção e a hipocrisia. Defendia que até os inimigos devíamos amar. Mas em seu nome fizeram-se guerras que ele não aprovaria. Afinal que palavras nos deixou?