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No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Cumprem-se esta segunda-feira, 15 de fevereiro, dois anos que o opositor russo Aleksei Navalny morreu sob custódia, na Sibéria. As circunstâncias da sua morte nunca foram oficialmente explicadas pelo regime russo. Mas este fim de semana, Yulia Navalnaya, a viúva do opositor russo, apresentou uma prova de que o marido foi envenenado: ladeada pelos ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Alemanha, Suécia e Países Baixos, a viúva revelou que análises aos tecidos confirmaram a morte por epibatidina, uma toxina proveniente da rã-flecha.
Aleksei NavalnyEvgeny Feldman for Alexei Navalny's campaign / Handout/Anadolu Agency/Getty Images
A Amnistia Internacional alerta que passados dois anos da morte de “uma das vozes mais destemidas contra a corrupção e repressão estatal russa”, as autoridades continuam “a encobrir os factos da sua morte, enquanto travam uma campanha implacável para apagar o seu legado e perseguir os seus apoiantes. Algo que Agnès Callamard, secretária-geral da organização considera “desprezível”.
Num comunicado enviado às redações a Amnistia Internacional apela “à comunidade internacional para que se pronuncie a favor das exigências de longa data de uma investigação internacional independente para descobrir a verdade e garantir a responsabilização pela sua morte”.
A organização acusa ainda as autoridades russas de repressão ao criminalizarem a sua Fundação Anticorrupção - conhecida como FBK -, “processando os seus apoiantes e punindo até mesmo as mais pequenas manifestações de memória e solidariedade”. Isto porque “as autoridades russas abriram mais de 100 processos criminais por alegadas doações à FBK” depois de a terem considerado “como uma organização extremista, e mais recentemente, terrorista”.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão. Vadim Kobzev, Alexey Liptser e Igor Sergunin foram condenados pelo Tribunal Distrital de Petushinsky, a cinco anos e meio, cinco anos e três anos e meio de prisão, respetivamente, por "participação numa comunidade extremista".
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