Isabel R. Monteiro lança Anatomia do Entardecer…num olhar analítico e detalhado sobre os sentimentos e os afectos humanos.
Apresentação Anatomia do Entardecer – 12 setembro no Fórum Grandela – Casa da Cidadania
Apresentação Anatomia do Entardecer – 12 setembro no Fórum Grandela – Casa da Cidadania
Portugal não precisa de menos pessoas. Precisa de menos aldrabice económica. Precisa de um Estado que saiba contar, planear e executar. Precisa de uma economia que deixe de tratar mão-de-obra barata como política industrial.
Cavaco afinal também ri. Conta piadas, relaxa a expressão facial, parece outro quando está longe da arena mediática. Mas não deixa de ser a figura tensa e rígida que os portugueses conhecem. Quatro dias por dentro da sua vida.
No filme, nomeado para dois Óscares, o cineasta de "Antes do Amanhecer" e "Boyhood" viaja até à fase dourada do American Songbook, num biopic de uma personagem fascinante. Estreia quinta, 26.
Estes movimentos, que enchem a boca com “direitos dos trabalhadores” e “luta contra a exploração”, nunca se lembram de mencionar que, nos regimes que idolatram, como Cuba e a Venezuela, fazer greve é tão permitido como fazer uma piada com o ditador de serviço.
Depois de 7 anos em que Sérgio Conceição cultivou e promoveu a imagem de um bastião do portismo, via o ex-treinador do FC do Porto como um dos símbolos do clube, o que, aos meus olhos, se afigurava incompatível e intolerável com oferecer-se para treinar o eterno rival.
Vemos tantas velhices decrépitas, tão enfeitiçadas das paredes de palácio, que, tropeçando nas escadas, sem vista e sem respiração, as sobem todos os dias, bem esquecidos dos que lhes restam de vida.
À semelhança da pomposa Estratégia Nacional Anticorrupção do Governo anterior, o pacote deste Governo não só está vazio como também poderá ter o fundo roto.
Se a comunicação social persistir nesta mina, não sei se Marcelo Rebelo de Sousa não devia lançar mão de métodos mais drásticos. Lembro um: aqui há uns anos, quando o presidente Lula da Silva se viu nas malhas da justiça, houve um samba que fez sucesso no Brasil.
O Porto tem virtudes, tem defeitos, tem amores e desamores, tem tudo o que uma cidade quer ter dentro de si. Podem ir turistas, podem mudar presidentes de câmara, podem ganhar ou perder no futebol, podem fazer o que quiserem que a cidade já lá estava antes de tudo, e vai continuar depois de nós. Uma cidade não é o que se vê no mapa.
O Presidente escolheu uma manifestação que, mais do que ser a favor dos civis mortos indiscriminadamente pelos israelitas, pretende o fim do Estado de Israel. É o que significam os cartazes em inglês que falam da Palestina do rio até ao mar, ou seja, sem Israel no meio.
Atirar ovos com tinta verde? Não, meninos. É preciso dar o exemplo. É preciso dizer adeus à Internet, ao telemóvel, ao carro, à viagem de avião e a todos os produtos maiores, ou até menores, da economia carbonizada.
Há artistas que sofrem de uma patologia grave que faz com que só saibam falar sobre outros artistas. As conversas são encriptadas; outras profissões que estejam sentadas à mesa não conseguem – nem querem – decifrar. São combustível de ódio para quem as tem, e de profundo aborrecimento para quem as ouve.
Nasceu na Mouraria há 69 anos, criou o Parque das Nações, mora junto à Praça da Alegria e tem recusado entrevistas sobre o momento que há 20 anos, num 22 de maio, marcou a sua vida e a do País. Porque foi uma “admirável obra colectiva” e não dele. Recorde a entrevista de vida a Mega Ferreira, que morreu esta segunda-feira.
"Há nas relações entre estes indivíduos – tudo rapazes finos e sérios – assunto para discorrer bastante". Segunda parte do ensaio de João Pedro George sobre algumas ligações na Cultura portuguesa.
O antigo seleccionador dispara para todos os lados e diz que o incidente que teve com os médicos do controlo antidoping, em 2010, foi um caso político que terá envolvido o ex-primeiro-ministro, José Sócrates. Fala ainda da infância e dos seus encontros com Mandela.