Sábado – Pense por si

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

Raves sóbrias
Raquel Lito

A moda das raves sóbrias com sumo de laranja

Aqui dança-se sem excessos e de banho tomado. Passámos uma manhã a acompanhar ravers saudáveis, movidos a laranjada, num café lisboeta, em Santos. O evento acontece duas vezes por mês, sempre aos domingos. Veja o vídeo.

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Por nossas mãos

Para ser totalmente transparente

Aguiar Branco sabe tudo isto. Mas dar melhores condições de trabalho aos deputados só interessa se interessar os deputados trabalharem. Enquanto discutirmos quem são os políticos em vez do que fazem, bem podem se entreter a discutir salários, obrigações declarativas e outras perceções enganadoras.

A artista a atuar a 16 de março em Lyon, no arranque da digressão que a traz agora a Portugal
Gonçalo Correia

Madre mía, Rosalía, bem-vinda de volta

Lisboa recebe de novo, a 8 e 9 de abril, o furacão Rosalía. Que artista é hoje, na era "Lux", a estrela pop espanhola? A que sempre foi: imprevisível e em confronto com o seu passado.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

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