Crimes de corrupção caem na 'Operação Marquês' e caso Vale do Lobo prescreve esta semana
Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o Conselho Superior da Magistratura.
Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o Conselho Superior da Magistratura.
O alegado enorme estadista, que continua a ser elogiado na esquerda lusa, tem currículo mas sobretudo um cadastro que, visto do País que está a julgar José Sócrates, deveria condená-lo a, no mínimo, uma distância política higiénica.
Julgamento está marcado para 14 e 15 de maio.
E ainda a "lealdade" de Chicão, quem esteve na estreia do musical sobre Sócrates e o ministro que desmente zanga no gabinete
O antigo primeiro-ministro socialista considera a ação do Tribunal uma “vitória judicial”
Ricardo Gonçalves organizou almoços com centenas de militantes, criou uma república de deputados em Lisboa. Aprendeu com Soares, insurgiu-se contra Sócrates e não receia ficar a falar sozinho. Tal como aconteceu no último congresso
O musical satírico “Sr. Engenheiro – Alegadamente um Musical" estreia esta quarta-feira, 1 de abril, no Teatro Tivoli, em Lisboa. "Já conhecemos a história e só nos resta rir," diz o encenador, Rui Melo.
"Quando se fala em manipulações, a única coisa que eu digo é o seguinte: um advogado é escolhido pela Ordem dos Advogados e não há regras determinadas por outrem. É a Ordem que tem esse poder, atribuído por lei. (...) Isto não é um campeonato de futebol", afirmou João Massano, no NOW.
Há países onde a justiça é cega. Em Portugal, no caso de José Sócrates, é sobretudo paciente. Paciente ao ponto de já roçar o estoicismo. Ou a resignação. Na verdade, é mais o mosoquismo.
E ainda a avença de Nuno Ramos de Almeida com o PCP em Almada, as ironias de Pedro Adão e Silva com Seguro e Sócrates e o assessor muito requisitado por todos à direita
Notícia surge depois de Marco António Amaro ter renunciado ao cargo.
Após três semanas de interrupção devido a nova renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
Marco António Amaro renunciou ao cargo, mas juíza decidiu manter a defesa em funções até à designação de um substituto. Julgamento retoma a 17 de março.
Marco António Amaro era o oitavo representante do ex-primeiro-ministro no caso da Operação Marquês.
Choque político com o comportamento de José Sócrates? Não se vê. Poder e oposição, partidos em geral e protagonistas em particular não têm um discurso, uma posição, sobre o mais extraordinário caso judicial deste século em Portugal.
Se os advogados de defesa de José Sócrates renunciarem sucessivamente, eternizando o processo neste limbo, não há muito que se possa fazer. Parece mesmo ser um labirinto sem saída e de difícil explicação à opinião pública