Indiscretos: Pedro Nuno Santos, o "trabalhador de seu pai”
E ainda a avença de Nuno Ramos de Almeida com o PCP em Almada, as ironias de Pedro Adão e Silva com Seguro e Sócrates e o assessor muito requisitado por todos à direita
E ainda a avença de Nuno Ramos de Almeida com o PCP em Almada, as ironias de Pedro Adão e Silva com Seguro e Sócrates e o assessor muito requisitado por todos à direita
Notícia surge depois de Marco António Amaro ter renunciado ao cargo.
Após três semanas de interrupção devido a nova renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
Marco António Amaro renunciou ao cargo, mas juíza decidiu manter a defesa em funções até à designação de um substituto. Julgamento retoma a 17 de março.
Marco António Amaro era o oitavo representante do ex-primeiro-ministro no caso da Operação Marquês.
Choque político com o comportamento de José Sócrates? Não se vê. Poder e oposição, partidos em geral e protagonistas em particular não têm um discurso, uma posição, sobre o mais extraordinário caso judicial deste século em Portugal.
Se os advogados de defesa de José Sócrates renunciarem sucessivamente, eternizando o processo neste limbo, não há muito que se possa fazer. Parece mesmo ser um labirinto sem saída e de difícil explicação à opinião pública
A Ordem nomeou um advogado oficioso para representar o antigo primeiro-ministro.
Após declarações de José Sócrates à CNN, bastonário sublinha dever legal de nomeação de defensores, critica fatores de morosidade e admite que a dimensão do processo exige soluções estruturais próprias.
Marco António Amaro é o quarto advogado oficioso do antigo primeiro-ministro.
A advogada tinha pedido cinco meses para avaliar o processo, pedido que lhe foi negado pelo tribunal.
O tribunal interrompeu o julgamento, sem data para ser retomado.
Sara Leitão Moreira diz que não teve tempo para conhecer o processo.
Em causa está um recurso de José Sócrates à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), de 2024, que recuperou a acusação do Ministério Público (MP) que o então juiz de instrução Ivo Rosa tinha deixado cair.
Esta é a segunda vez que o julgamento do processo Operação Marquês, iniciado em 03 de julho de 2025, é suspenso para que um advogado nomeado por José Sócrates na sequência da renúncia de outro possa inteirar-se do caso.
Sara Leitão Moreira é a quarta representante do antigo primeiro-ministro na Operação Marquês e já pediu cinco meses e meio para analisar o processo.