A Gronelândia portuguesa
As pretensões portuguesas ao território ártico, a crise no Amadora-Sintra e os advogados de Sócrates estão entre os destaques desta manhã.
As pretensões portuguesas ao território ártico, a crise no Amadora-Sintra e os advogados de Sócrates estão entre os destaques desta manhã.
O antigo primeiro-ministro já teve cinco representantes oficiais na Operação Marquês. Processo continua a arrastar-se no tempo.
Tribunal já mandou nomear outro advogado oficioso.
Quando João Cotrim de Figueiredo o apertou num debate, Ventura respondeu com a confiança de quem conta com a memória curta do eleitorado e trata todos os eleitores por estúpidos.
Áudio de entrevista para o livro "Dias de Raiva" prova como o líder do Chega afirma ter-se sentido enganado pelo líder socialista enquanto eleitor. "De facto, via-o com firmeza, coragem. Gostava da forma de ele se exprimir e tudo. Enganou-me uma vez, mas não me enganou mais."
"A conduta do arguido demonstra o oposto da intenção de se subtrair à ação da justiça", refere o tribunal.
Antigo primeiro-ministro explica que foi convidado.
Antigo primeiro-ministro, arguido na Operação Marquês, receberá 26.600 euros por ano.
Legitimada a sua culpa, estará Sócrates tranquilo para, se for preciso, fugir do país e instalar-se num Emirado (onde poderá ser vizinho de Isabel dos Santos, outra injustiçada foragida) ou no Brasil, onde o amigo Lula é sensível a teses de cabalas judiciais.
Antigo primeiro-ministro não poderá sair do país ou da sua residência por mais de cinco dias sem comunicar ao tribunal.
Candidato presidencial está a ser entrevistado na CMTV.
José Preto insinua terem sido funcionários judiciais a divulgar à comunicação social que era o novo advogado do antigo primeiro-ministro.
Antigo primeiro-ministro José Sócrates é arguido.
Henrique Gouveia e Melo e Jorge Pinto defrontam-se esta quarta-feira, no sétimo debate para as eleições presidenciais.
Em entrevista, o antigo primeiro-ministro deixou ainda críticas à juíza Susana Seca e explica a escolha do antigo advogado de Bruno de Carvalho para o representar.
José Preto pediu um prazo de cinco meses e meio para conhecer e consultar o megaprocesso da Operação Marquês. Terá direito a dez dias.