PSD/Congresso: Miranda Sarmento vê Ventura "refém das redes sociais" e Carneiro "dos radicais" de Pedro Nuno
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Ministro classificou Luís Montenegro como "um homem íntegro, um homem de fibra".
"O que vimos ontem [sexta-feira] foi triste e destaco que o único grande partido ao centro é o PSD, todos os outros estão à esquerda e inclusive o Chega que se juntou a toda a esquerda e à extrema-esquerda contra o país avançar", frisou o autarca de Lisboa
Fernando Alexandre comparou a atual governação à de Cavaco Silva.
O dirigente do PSD - que prometeu "continuar na primeira linha do combate político" - disse mesmo que irá obrigar os dois partidos a esse diálogo.
José Manuel Fernandes fala em "empatas" e partidos interesseiros "em quem não se pode confiar".
"Para a extrema-direita somos socialistas, para os socialistas somos de extrema-direita, é sempre a mesma coisa", disse.
Para José Luís Carneiro, o país assistiu a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral.
Mariana Leitão disse que o Chega apresenta-se como "força de rutura, mas votou com toda a esquerda quando chegou o momento de decidir".
O primeiro-ministro descreveu o seu executivo como sendo “reformista, personalista, humanista e interclassista”.
O SNPVAC congratula-se por ter estado "na linha da frente na defesa dos seus associados e dos trabalhadores portugueses", recordando que aderiu às greves gerais.
O primeiro-ministro assegurou que o Governo "não vai desistir" de dar a Portugal "condições para que o país seja competitivo e produtivo".
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.