Um rei só e sob constante ameaça
D. João II exigiu obediência aos nobres e centralizou o poder na Coroa. Sem irmãos que o apoias sem, enfrentou duas conspirações e ele próprio executou um dos traidores
D. João II exigiu obediência aos nobres e centralizou o poder na Coroa. Sem irmãos que o apoias sem, enfrentou duas conspirações e ele próprio executou um dos traidores
Armado cavaleiro em campo de batalha no campo de batalha em Arzila, Norte de África, foi aclamado rei duas vezes - na primeira devolveu a coroa ao pai ao fim de quatro dias
Apesar dos êxitos na expansão marítima, no reino a tragédia abateu-se sobre a Coroa quando o príncipe herdeiro, D Afonso, morreu inesperadamente
D. João II seguiu o legado do pai na exploração do Atlântico sul, controlou Castela com o Tratado de Tordesilhas e transformou o reino numa potência ao descobrir o caminho marítimo para a Índia
As pretensões portuguesas ao território ártico, a crise no Amadora-Sintra e os advogados de Sócrates estão entre os destaques desta manhã.
Num mapa de 1502, a bandeira portuguesa está plantada na Gronelândia. “Uma declaração de intenções”, explica o historiador João Paulo Oliveira e Costa.
Ao longo do ano, multiplicaram-se ataques mortais contra alvos judaicos em cidades ocidentais, da Austrália aos Estados Unidos, passando pela Europa. Diferem nos detalhes, mas convergem num ponto essencial: a motivação anti-semita. Como explicar o regresso destes pogroms?
Após um mandato à frente do regulador da banca nacional, os banqueiros fazem uma avaliação positiva. Tanto que consideram que será um bom nome para assumir a vice-presidência do Banco Central Europeu.
Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.
Luís Montenegro abraçou as teses dos que defendem que o Ministério Público conspira com jornalistas para derrubar o poder político.
Era o nono sobrinho do rei, mas nunca sonhou reinar. Viu o seu irmão ser assassinado por D. João II, tornou-se influente e vai ser o primeiro monarca a ter tropas nos quatro continentes. Exuberante, não se lhe conhecem amantes, mas trabalhava com música tocada ao vivo. Passeava-se por Lisboa com um elefante e teve 13 filhos.
Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.
Fez questão de casar com a viúva do primo, depois com a irmã desta e quase abdicou com o desgosto da sua morte. Por fim, roubou a noiva do filho.
Em 1125, na catedral de Zamora mostrou ao mundo que não existia ninguém acima de si. Armou-se cavaleiro sozinho e dessa forma expressou uma ideia pública: queria ser rei.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.
Com 3 anos, o filho Henrique estreou-se nos atos oficiais. No fim do reinado, Sancho I e Teresa ajudaram-no a governar e a cumprir a missão de manter a estabilidade de Portugal.