Mário Centeno não é um cidadão comum: o problema não é legal, é moral
Não estamos perante uma ilegalidade, mas perante uma assimetria. E essa assimetria corrói a confiança.
Não estamos perante uma ilegalidade, mas perante uma assimetria. E essa assimetria corrói a confiança.
Banco central atribuiu a Mário Centeno, que tem 59 anos, uma reforma de 10 mil euros brutos por mês.
O antigo ministro reforma-se aos 59 anos e depois de ter sido governador daquela instituição entre 2020 e 2025.
Miranda Sarmento considera que, ainda assim, há que ter "alguma esperança".
Luis de Guindos, o atual 'vice', termina o mandato no final de maio.
A Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu decidiu indicar Mário Centeno e Martins Kazaks como "preferidos" na eleição para vice-presidente de Christine Lagarde.
O Eurogrupo reune a 19 de Janeiro a pode tomar a decisão final nesse mesmo dia.
Mário Centeno já disse estar disponível.
Centeno anunciou a sua disponibilidade e disse que foi incentivado por contactos europeus mantidos durante o tempo em que foi governador do BdP.
"O Governo (...) vê sempre com satisfação quando um português pode chegar a um cargo internacional", disse Joaquim Miranda Sarmento sobre a eventual candidatura do ex-governador do BdP à vice-presidência do BCE.
Mário Centeno elogiou os dois nomes que nomeou para o Banco de Portugal na reta final do mandato. Sentado ao lado do atual chefe de gabinete, a quem renovou o contrato, garantiu que a decisão nada teve de inusitado.
Uma coisa é certa: só Mário Centeno pode salvar a direita dela própria, agora que tem os dias livres para também "ponderar" uma candidatura.
Paulo Moutinho, editor executivo do Negócios, comenta a escolha de Álvaro Santos Pereira pelo Governo para suceder a Mário Centeno no cargo de governador do Banco de Portugal.
O economista e ex-ministro social-democrata Álvaro Santos Pereira foi escolhido para suceder ao socialista Mário Centeno no cargo de liderança do BdP.
A provável saída de Mário Centeno da liderança do Banco de Portugal marca o fim de dez anos consecutivos em que um quase desconhecido economista, que esteve perto de cair pouco depois de assumir o cargo de ministro das Finanças, se tornou numa "marca" de sucesso do PS Costista - e um dos protagonistas da vida política portuguesa.
Apesar das declarações feitas por Montenegro, elogiando o perfil de Mário Centeno, o governador do Banco de Portugal não fará um segundo mandato, avança o Now.