Trump exige “tudo ou nada” para bloqueio no estreito de Ormuz
O presidente dos EUA defendeu um bloqueio total no estreito de Ormuz, dizendo que a estratégia é “tudo ou nada”, após o falhanço das negociações com o Irão.
O presidente dos EUA defendeu um bloqueio total no estreito de Ormuz, dizendo que a estratégia é “tudo ou nada”, após o falhanço das negociações com o Irão.
O presidente dos EUA afirmou que a marinha norte-americana pode iniciar "imediatamente" um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz
Trump deverá deslocar-se a Pequim de 14 a 15 de maio, onde se reunirá com Xi Jinping após ter adiado uma cimeira anterior devido à guerra com o Irão.
Antes da guerra Trump tinha procurado exercer controlo estratégico do Estreito, responsável pelo transporte de 20% do abastecimento mundial de petróleo, na esperança de retirar ao Irão uma das suas principais fontes de financiamento.
O vice-presidente dos EUA confirmou que as conversações com Teerão terminaram sem acordo, após mais de 20 horas de negociações marcadas por fortes divergências.
Teerão afirmou que não foi possível chegar a entendimento com os Estados Unidos devido a divergências entre as partes, após horas de negociações em Islamabad.
Netanyahu tem vários julgamentos por corrupção pendentes em Israel, mas o primeiro-ministro solicitou o adiamento das sessões por estar ocupado com a guerra iniciada pelo seu país e pelos Estados Unidos contra o Irão.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, deu por terminadas as negociações entre Washington e Teerão, sem acordo de paz, depois de os iranianos se recusarem a aceitar as condições americanas de não desenvolverem uma arma nuclear.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou estar "certo de que os contactos com o Paquistão, bem como com os outros amigos na região, irão prosseguir".
Os iranianos recusaram-se a aceitar as condições americanas de não desenvolverem uma arma nuclear.
O líder comunista discursava no encerramento da XIII Assembleia de Organização Regional de Viseu, em que acusou os partidos da direita de terem "arrastado o país para essa guerra de agressão ao Irão, ao Médio Oriente".
A emissora estatal iraniana disse que poderia avançar uma nova ronda negocial das conversações trilaterais entre Estados Unidos, Irão e Paquistão.
A marinha norte-americana iniciou este sábvado o processo de criação de uma nova rota pelo estreito durante o cessar-fogo com o Irão.
A televisão estatal do Irão mostrou o presidente do Parlamento a observar imagens de crianças mortas num alegado ataque dos EUA, num gesto simbólico em plena escalada de tensão.
As agências iranianas Fars e Tasnim indicaram que tinha sido “decidido iniciar negociações entre o Irão e os Estados Unidos em Islamabad”, sem especificar nem a agenda nem se o formato era de negociações diretas ou indiretas.
Estados Unidos e Irão iniciam negociações de paz, em Islamabad, dominadas pelo fim do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes da guerra lançada em 28 de fevereiro por Estados e Israel contra a República Islâmica.