Quem quer liderar o Reino Unido?
Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester
Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester
A "guerra civil" no Partido Trabalhista pode significar o fim definitivo do bipartidarismo no Reino Unido. Mas quer dizer muito mais: deixou de ser possível governar ao centro e pode ser impossível impedir que quem beneficie do disparate do Brexit seja quem o tenha promovido. Ainda falta muito tempo para terminar a legislatura do Labour, mas talvez seja tarde para evitar o pior.
Como em Portugal e muitos outros países, a política britânica fragmentou-se. No caso, não só se regista a ascensão da extrema-direita e o crescimento dos partidos nacionalistas no País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, como mais recentemente, o surgimento dos Verdes, pela esquerda do Labour. Isto desafia um sistema eleitoral com círculos uninominais, que favorece fortemente o bipartidarismo e o voto útil.
Primeiro-ministro britânico está sob forte contestação interna no Partido Trabalhista, que se agudizou depois das recentes eleições locais.
Os ativistas em greve de fome há mais tempo são Amy Gardiner-Gibson, conhecida como Amu Gib, de 30 anos, e Qesser Zuhrah, de 20 anos, que cumprem 50 dias sem ingerir alimentos.
O líder do partido trabalhista britânico é uma figura apagada, de origens humildes, que os britânicos conhecem mal, mas tudo indica que terá a oportunidade de mostrar o que vale nas eleições de dia 4 de julho. Após 14 anos de domínio conservador, o Reino Unido prepara-se para virar o jogo político.
A fragmentação política em si mesma não é necessariamente negativa: mais partidos significa ter mais opções políticas por onde escolher e potencialmente maior participação. A dificuldade surge depois pela incapacidade de forjar consensos ou maiorias que possam garantir estabilidade e governabilidade.
Um cruzar de pernas ao estilo de Sharon Stone reabriu o debate sobre o papel das mulheres na política. Quem é Angela Rayner, a deputada acusada de tentar distrair Boris Johnson no Parlamento inglês?
É economista, professor em Birkbeck, Universidade de Londres, e especialista em emprego público. O livro em que defende a semana de trabalho de quatro dias vai ser publicado em Portugal.
Assange, de 49 anos, enfrenta a terceira semana do seu julgamento de extradição em Londres por causa das revelações no seu ‘website’ WikiLeaks.
O antigo procurador-geral Keir Starmer foi eleito para liderar o Partido Trabalhista britânico, derrotando Lisa Nandy e Rebecca Long-Bailey na primeira volta.
Boris Johnson ordenou na segunda-feira que a população do Reino Unido fique confinada por pelo menos três semanas, ordenando também o encerramento de todas as lojas e serviços não essenciais.
Nesta quadra de paz e amor, que poderemos oferecer aos leitores que eles não tenham já? Talvez uma sugestão, modesta mas convicta – as listas são como as pequenas parvoíces; toda a gente as tem – dos melhores filmes dos últimos 10 anos
Haverá um laço entre as eleições no Reino Unido, com a catástrofe da “esquerda”, e o processo político nos EUA, que desagua na impugnação presidencial? Onde está a voz, o coração e a mente do povo?
O projeto de lei que implementa o acordo de saída da UE foi aprovado. Governo alterou a legislação para impedir o prolongamento do período de transição para lá de 2020.
Após ter conseguido o melhor resultado eleitoral desde os tempos de Margaret Thatcher, o líder dos conservadores disse aos britânicos que agora é tempo de descanso e cicatrização para o povo.