O cunhado milionário
Os negócios suspeitos do cunhado do ministro Leitão Amaro em Angola. E ainda: tempestade condiciona campanha Presidencial; entrevista ao músico Jorge Fernando; as vítimas dos abusos sexuais da Igreja.
Os negócios suspeitos do cunhado do ministro Leitão Amaro em Angola. E ainda: tempestade condiciona campanha Presidencial; entrevista ao músico Jorge Fernando; as vítimas dos abusos sexuais da Igreja.
Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.
Magistrada recusou cumprir decisão do Supremo Tribunal de Justiça. Caso aguarda julgamento há mais de três anos.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
Jeremiah St. Juste somou esta quarta-feira 45 minutos de utilização ao serviço do Sporting B. Num jogo-treino disputado pelos 'bês' leoninos com o Estrela da Amadora, na Academia, o conjunto dos verdes e brancos não foi além de um empate (0-0), num particular que foi assinalado pelo central holandês. Questionado esta quinta-feira, na antevisão ao jogo com o Casa Pia, sobre a possibilidade de voltar a contar com o jogador na equipa principal, Rui Borges foi taxativo...
Duas pessoas tentaram abordar o candidato às presidenciais e foram, imediatamente, afastadas.
O Novo Banco saiu da Venezuela em 2019 e fechou contas de empresas públicas do país, deixando o dinheiro retido. Invocando suspeita de fraude eleitoral nesse ano, por não saber quem tem legitimidade para o reclamar, o dinheiro continua no banco português.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Pedro Calado e os empresários Custodio Correia e Avelino Farinha ficam apenas sujeitos a Termo de Identidade e Residência. Juízes criticaram decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que impôs restrições à liberdade de circulação.
O presidente do clube, André Villas-Boas, assistiu à sessão junto ao relvado e distribuiu autógrafos.
Pelo ano que agora termina prolongou-se um ambiente de putrefação moral saído de 2014, ano em que foi preso, por corrupção, um ex-primeiro-ministro
Uma saga familiar, a corrida presidencial, as mudanças na noite lisboeta e ainda receitas para o Natal
Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.
O sucesso da greve geral pode ter sido o início do fim do estado de graça do Governo de Luís Montenegro
A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.
Houve duas dezenas de investidores, incluindo da Alemanha e do Brasil, até dos Estados Unidos, que se inscreveram no leilão eletrónico da aldeia histórica, que tem casas, restaurante, capela, piscina e campo de ténis. O despique teve 72 licitações.