PS/Congresso: Carlos César reeleito presidente do partido com 89,9% dos votos
No 25.º Congresso Nacional do partido, que decorre em Viseu.
No 25.º Congresso Nacional do partido, que decorre em Viseu.
Líder do PS foi um fervoroso segurista até ter de garantir a sua sobrevivência política com António Costa. Não houve corte, mas a relação esfriou. Segue-se novo capítulo.
A companhia, em comunicado, promete "um recital imperdível para piano e voz" que junta o maestro António Victorino d'Almeida, ao piano, e a atriz Maria do Céu Guerra.
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
As limitações ao reagrupamento familiar e o alargamento do prazo de acesso à nacionalidade "colocam Portugal perante novos desafios".
Uma parte do jornalismo não só falhou o escrutínio a José Sócrates como saltou para a sua claque de apoio .
Não há comunicação entre a cúpula do partido e a campanha de Seguro, que carrega na narrativa apartidária. Alegado pacto de Carneiro com Santos Silva pode explicar resistência.
A ex-eurodeputada encara com "normalidade" a saída. António Vitorino vai ganhar um espaço de comentário semanal.
José Filipe Pinto considera que António José Seguro não era a primeira aposta dos socialistas, mas que neste momento acaba por ser uma aposta "segura".
As notícias da morte do jornalismo foram muito exageradas. Estranhamente, vive e até se recomenda.
O socialista não vai ser candidato a Belém por sentir que a sua candidatura seria divisiva e não agregadora e apela a uma candidatura vinda da sociedade civil.
O antigo presidente da Assembleia da República referiu que "as três candidaturas até agora formalmente apresentadas não esgotam nem o espaço político nem as propostas e perfis que devem estar representados".
Informação foi avançada pelo próprio em entrevista à SIC Notícias.
O antigo primeiro-ministro considerou a atitude do partido com o ex-secretário-geral Pedro Nuno Santos, "mesquinha e confrangedora", ao querer atribuir-lhe a responsabilidade pela derrota eleitoral.
Não faltam casos com casas na política nacional e lá fora, sinal de relação complexa entre a política e o imobiliário – e da necessidade de fazer perguntas.
Em declarações à SÁBADO, o candidato à presidência apoiado pelo PSD considera que o debate da moção de confiança foi "um desastre completo". E o que o Presidente da República deve fazer, neste contexto, "é mediar e pressionar os vários agentes políticos".