Sábado – Pense por si

Sem marcações, hipótese passa por ir para a fila e tentar obter uma senha para ser atendido ou fazer quilómetros até outro serviço
Rita Rato Nunes

Bloqueio total. Lisboa sem agendamentos para renovar cartão de cidadão

No distrito de Lisboa não é possível marcar em nenhum concelho. No Porto e em Setúbal espera-se dois meses. Por falta de funcionários, há quem faça mais de 100 km para ter o documento de identificação. IRN diz que "tal não indica que o serviço esteja indisponível".

Os adeptos do Leixões na festa da Taça de Portugal, em 2002, frente ao Sporting
Carlos Torres

Taça de Portugal: Os tomba-gigantes estão proibidos no Jamor?

Com o Torreense, no próximo fim de semana, esta é a sétima vez que uma equipa das divisões secundárias chega à final da Taça de Portugal. Os pequeninos nunca venceram, mas puseram em sentido os gigantes, conforme lembram à SÁBADO antigos jogadores de Farense, Leixões e Chaves.

Odair Moniz
Lusa

Julgamento de Odaír Moniz entra hoje nas alegações finais

Ao longo do julgamento testemunhas asseguraram que Odaír não tinha qualquer faca na mão quando foi atingido pelo agente Bruno Pinto, que por sua vez alegou que acreditou que quando disparou Odaír o estava a ameaçar com uma faca.

FC Porto celebra título nacional
Carlos Torres

FC Porto: Um campeão que teve de virar a Norte

Os principais reforços vieram da Polónia e da Dinamarca, o treinador trouxe um estilo bem definido e criou uma "famiglia". Mesmo sem ter deslumbrado, o FC Porto mostrou-se regular e já fez a festa do 31º campeonato.

A febre das corridas e caminhadas
Luísa Oliveira

A febre das corridas e caminhadas

Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

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