Mau tempo: Governo diz que infraestruturas de Portugal resolveu mais de 90% de cortes de estradas
De acordo com a tutela, "no conjunto das redes rodoviária e ferroviária nacionais foram registadas mais de 4.200 ocorrências".
De acordo com a tutela, "no conjunto das redes rodoviária e ferroviária nacionais foram registadas mais de 4.200 ocorrências".
As obras de reconstrução no troço da A1, na sequência da rutura de um dique no Mondego por causa do mau tempo, superam os três milhões de euros.
António Pires de Lima diz que obras para recuperar o troço da Autoestrada do Norte em Coimbra são superiores a três milhões de euros, mas que não irá tomar a iniciativa de pedir compensação ao Estado.
Ministro das Infraestruturas frisou que, durante 15 dias, foram mobilizados todos os meios possíveis para repor a circulação numa via considerada estratégica para a mobilidade nacional.
Já é possível circular no troço da A1, na zona de Coimbra, que encerrou ao trânsito após a rebentação de dique nos Casais.
A APA está também a realizar intervenções nas margens do rio Lis, no concelho de Leiria.
As obras de reparação do dique que fez colapsar um troço da autoestrada A1 podem permitir em breve a abertura da circulação, ainda que de forma parcial. Os trabalhos em curso pretendem controlar o Mondego, que continua a inundar Montemor-o-Velho. Nestas imagens, é possível ver o rasto de destruição causado pelas intempéries em Portugal, que levaram ao colapso da A1.
Segundo a Brisa, no total, foram utilizadas "mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão do aterro"
Após parte da principal autoestrada do país ter ruído devido às cheias no Mondego, os trabalhos de recuperação decorrem de forma contínua. Mas, a Brisa adverte que as obras se vão prolongar por algumas semanas.
Alternativa ao corte foi o IC2 ou o acesso à A1 por Alhandra.
A Brisa admitiu estar empenhada em "minimizar transtornos" e acrescentou que "poderão ser usadas vias alternativas".
A presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Brunhosa, disse que a situação que se vive na região, após a rutura do dique nos Casais, que provocou uma rutura do troço da autoestrada A1, é "preocupante".
Rebentamento terá ocorrido em Soure, mais precisamente em Granja do Ulmeiro.
Parte do pavimento da autoestrada A1 colapsou na zona do dique que rompeu parcialmente no rio Mondego, em Coimbra. A cratera terá sido provocada pela força da água.
O nível de máxima cheia da Aguieira é de 126 metros, altura a partir da qual aquela albufeira não consegue receber mais água e tem de a libertar, por poder pôr em causa a segurança da própria barragem.
A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego.