Primeiro-ministro manifesta condolências pela morte de portuguesa no incêndio em bar suíço
A morte da cidadã portuguesa, desaparecida após o incêndio ocorrido numa estância de esqui na Suíça, foi confirmada hoje pelo Governo português.
A morte da cidadã portuguesa, desaparecida após o incêndio ocorrido numa estância de esqui na Suíça, foi confirmada hoje pelo Governo português.
A morte da cidadã portuguesa, que estava desaparecida após o incêndio numa estância de esqui na Suíça, foi confirmada hoje pelo Governo português.
Família de Fanny Magalhães vivia com ela na pequena comunidade de Crans-Montana.
Corpos das vítimas recém-identificadas já foram entregues às suas famílias, referiram as autoridades.
Há uma cidadã portuguesa entre os 119 feridos do incêndio no bar na estância de esqui na Suíça e outra desaparecida.
Dados adiantados pelo Chefe da Polícia revelam que foram já identificados 113 dos 119 feridos. Autoridades revelam estar a decorrer a identificação das vítimas mortais.
O incêndio num bar na estância de esqui em Crans-Montana, na passagem de ano, fez mais de 40 mortos e mais de uma centena de feridos. O hospital regional rapidamente atingiu a sua capacidade máxima e os feridos, muitos com queimaduras graves, foram transportados para hospitais noutros pontos da Suíça e para a Itália e Alemanha.
Três italianos feridos no incêndio que deflagrou num bar em Crans-Montana, na Suíça, na noite de passagem de ano foram transportadas de helicóptero para um hospital em Milão, Itália. O incêndio fez mais de 40 mortos e mais de cem feridos.
Embora as autoridades locais tenham afirmado que ainda era demasiado cedo para determinar a causa da explosão, já descartaram a possibilidade de ter sido um ataque.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, expressou “profunda tristeza” pela tragédia e enviou “as mais sinceras condolências às famílias e amigos das vítimas”.
O Sri Lanka suspendeu comboios de passageiros e fechou estradas em algumas partes do país, esta quinta-feira, devido a deslizamentos de terra e inundações provocadas por chuvas fortes, que causaram mais de 40 mortos e dezenas de feridos.
Ficam por averiguar as causas e medidas relevantes do aumento da taxa de mortalidade infantil, dizem médicos especialistas, que aconselham contra "leituras eleitoralistas" e "soundbites" em época de campanha.
Incidente ocorreu na altura em que o Irão inicia uma terceira ronda de negociações nucleares com os Estados Unidos em Omã.
Segundo a ONU, por causa do fogo israelita, mais de 90.000 libaneses viram-se obrigados a abandonar as suas casas, e, na quarta-feira, famílias inteiras continuaram a chegar à fronteira com a Síria.
Em 2023 foram realizadas 1.011 ações de sensibilização, visando 8.638 pessoas com especial incidência em propriedades privadas, a agricultores com pequenas e médias culturas.
O Hamas afirmou que dezenas de pessoas foram mortas e muitas ficaram feridas no ataque ao campo de Nusseirat, no centro da Faixa de Gaza. Israel confirmou ataque aéreo.