Sábado – Pense por si

Profissionais de saúde retiram pacientes do navio de cruzeiro MV Hondius para uma ambulância
Luana Augusto

Hantavírus: nova pandemia ou alarme exagerado?

Vírus, que já matou três pessoas que seguiam a bordo de um cruzeiro e infetou outras oito, está a levantar preocupações. Há quem questione se podemos estar perante uma nova pandemia. O médico Nuno Alegria explica o que devemos esperar.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

Bruno Faria Lopes

Sigilo sobre quem doa a partidos? "É ridículo", diz Luís Amaral, o milionário que apoiou a IL

Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

A lagartixa e o jacaré

A política americana é hoje política nacional

O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional

Os cartazes nas fachadas são uma fonte de rendimento, por vezes importante, para os prédios que ocupam
Íris Fernandes

A fachada do seu prédio pode render dinheiro

Desde o aluguer do hall para produções de cinema à instalação de painéis publicitários ou antenas, rentabilizar o seu imóvel é mais fácil do que parece. E os valores podem chegar aos 70 mil euros por ano. É tudo uma questão de localização e tráfego.

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

José Sócrates
Diogo Barreto

Sócrates apanhado na rede do Monte Branco

O ex-primeiro-ministro está sob vigilância há largos meses. O Ministério Público pondera detê-lo para interrogatório e constitui-lo arguido. Outros suspeitos são o primo que apareceuno caso Freeport e o amigo que comprouas casas da mãe de José Sócrates.

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