Primeiro-ministro vai avançar com um processo em tribunal alegando ter sido alvo de um "ato desinformação"
Luís Vargas, o designer que processado por Luís Montenegro devido a uma publicação satírica que fez na sua conta nas redes sociais sob o pseudónimo @volksvargas, garante que não se deixa "intimidar" e que que pretende continuar a "criticar ou satirizar o governo ou quem bem entender".
O primeiro-ministro, Luís MontenegroLusa
O primeiro-ministro resolveu avançar com um processo judicial visando 'Volksvargas', depois de a conta satírica de Luís Vargas ter partilhado um post na rede social 'X' em que simula um SMS enviado por Luís Montenegro a Donald Trump - tendo por base mensagens de Macron e Mark Rutte divulgadas pelo presidente norte-americano -, numa alusão à Gronelândia mas extrapolando o caso aos Açores.
O governo divulgou um comunicado dando conta que "o Primeiro-Ministro de Portugal foi alvo de ato desinformação com elevada difusão pública", tendo por isso decidido avançar para os tribunais.
Mas Luís Vargas garante que vai continuar. "Impossível ficar indiferente à onda de apoio que tenho recebido. Agradeço sinceramente todas as mensagens e as publicações que fizeram. Como é evidente, não me deixarei intimidar e continuarei a criticar e a satirizar o governo ou quem bem entender", assegurou, nas redes sociais.
Impossível ficar indiferente à onda de apoio que tenho recebido. Agradeço sinceramente todas as mensagens e as publicações que fizeram. Como é evidente, não me deixarei intimidar e continuarei a criticar e a satirizar o governo ou quem bem entender. pic.twitter.com/hKt7RZqL0K
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