A Entidade para a Transparência revela, sem adiantar detalhes, que o primeiro-ministro tentou travar a publicitação de outros dados além dos clientes da Spinumviva.
O primeiro-ministrou fez mais pedidos de oposição sobre a publicitação de dados à declaração única de rendimentos,revela o jornal Público, citando um esclarecimento pedido à Entidade para a Transparência (EpT).
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O organismo refere que "existem efetivamente outros pedidos de oposição ao acesso" à declaração única de rendimentos e interesses do primeiro-ministro, além do relativo à lista de clientes da Spinumviva. No entanto, a EpT diz estar "legalmente impedida" de prestar mais esclarecimentos.
Este esclarecimento surge na sequência do comunicado de terça-feira da Entidade para a Transparência, que referia que "o objeto de um dos pedidos de oposição" diz respeito à "lista de clientes/serviços prestados" da empresa familiar do primeiro-ministro agora detida pelos seus filhos, deixando a ideia de que o primeiro-ministro tinha feito outros pedidos, e que agora se confirmam.
Esta resposta, escreve o Público, contradiz a informação que tinha sido dada pelo gabinete de Luís Montenegro, indicando que o pedido de oposição dizia somente respeito "às questões que integram o recurso interposto no Tribunal Constitucional" - que está sob sigilo. O Constitucional, escreve o semanárioExpresso, não tem prazo para decidir.
Transparência diz que Montenegro fez "outros pedidos de oposição" além dos clientes
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