Ministra da Justiça avisa que uma investigação "não pode prolongar-se indefinidamente"
"Tem de haver uma decisão de arquivar ou acusar e é isso que me parece prioritário", disse a governante, sem referir a operação Influencer.
"Tem de haver uma decisão de arquivar ou acusar e é isso que me parece prioritário", disse a governante, sem referir a operação Influencer.
Alteração à lei do arrendamento foi discutida esta quarta-feira no Parlamento, após ser aprovada num Conselho de Ministros onde se sentam muitos interessados: 6 ministros e 10 secretários de Estado (um deles com €136 mil de rendas num ano)
Entre os motivos para este processo ainda estar pendente, a entidade apontou a necessidade de aguardar esclarecimentos pedidos aos titulares e os processos judiciais contra a EpT que aguardam decisão do TC.
A newsletter de terça-feira.
A Spinumviva afundou sem Montenegro e a ministra da Justiça tem participações em 10 empresas. Outros governantes cederam quotas.
O resultado que o Chega desejava, punir um dos raros polícias que o contrariou no âmago das suas declarações falsas sobre imigração e criminalidade, está adquirido: “queimou” Luís Neves, tornando muito difícil a sua permanência no Governo.
No total, contaram-se 104 votos contra, 62 abstenções e 60 votos a favor.
Em vez de procurar combater os reais problemas, tanto este governo como o anterior, ambos liderados por Luís Montenegro, apenas criam, de forma continuada e avassaladora, novos problemas e escândalos.
O cerco a Luís Neves cresceu em quantidade, mas não em qualidade. Outras agendas se revelam.
Luís Neves nunca deveria ter ido para um governo liderado por alguém cujo padrão ético é inexistente.
Será que o Senhor Professor Doutor Fernando Alexandre nunca ouviu falar da Lei de Murphy? Mas não, ele deve ter plena confiança na “mão invisível do Mercado”.
Há várias coisas que tenho a certeza, a primeira das quais é que é impossível fazer um roubo orientado de documentos sem deixar rastro e não é por não haver câmaras de vigilância que esse rastro não existe.
Ministro chamou vários jornalistas para conversas privadas. Luís Montenegro mandou-o aguentar a pressão mediática calado. Em Belém, António José Seguro fez telefonemas para confirmar algumas notícias publicadas.
André Ventura é apenas a pessoa que se atreveu a verbalizar um ideário que esteve escondido durante décadas após o 25 de abril de 1974, mas que nunca desapareceu.
Os titulares de cargos públicos não representam apenas a si próprios. Representam o Estado e por isso, quando sobre eles recaem dúvidas sérias que afetam a confiança dos cidadãos, a resposta não pode limitar-se à defesa jurídica da legalidade dos seus atos.
As polémicas que atingem Fernando Alexandre e Luís Neves fragilizam dois dos ministros mais populares do Governo. Mas, para analistas e antigos responsáveis do PSD, os riscos políticos não são iguais.