O ano que podia ter sido
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Marcelo Rebelo de Sousa considera que "é mesmo urgente promulgar e publicar o presente diploma para evitar vazios legais" e regista que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "não participou na deliberação, como tinha anunciado".
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
Fica “agoniada” com os debates de Ventura, confessa que já chora de saudades de Marcelo e diz não entender como é que este Governo é tão mau na comunicação.
O Governo decidiu prolongar os prazos das concessões devido à demora na conclusão dos concursos internacionais.
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.
Até ao último dia do ano os operadores interessados na concessão dos cinco casinos em Portugal terão de entregar as respetivas propostas financeiras.
Num Estado de direito, a política não se conduz por capas de jornais, conduz-se pela vontade popular expressa nas urnas.
Foi a transparência forçada, que Montenegro não quis, que lhe permitiu (talvez com propósito?) reforçar-se em eleições e ainda vir agora armar-se em vítima – por isso não vale a pena vir queixar-se num tom que teve mais de emotivo do que de racional
O magistrado justifica a decisão de impedir o acesso ao processo com o que consta do artigo 7.º da Lei 36/94, de 29 de setembro, na qual se fundamentou a abertura, em 12 de março de 2025, da averiguação preventiva à Spinumviva, empresa da família do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
"Um voto num candidato da esquerda à minha esquerda é um voto na direita", disse Seguro. António Filipe apontou que votos para Seguro cairiam "no mesmo cesto" de Marques Mendes e Gouveia e Melo.
Presidente da República recusou comentar o caso que envolve o primeiro-ministro.
Candidato presidencial reagia ao arquivamento da averiguação preventiva.
Candidato presidencial referia-se às declarações de Luís Montenegro, que disse que o MP promoveu uma averiguação preventiva que, na prática, foi um autêntico "inquérito criminal".
Luís Montenegro disse na quarta-feira que o inquérito "foi mais longe do que o normalmente admissível", indicando terem sido analisados movimentos e extratos bancários seus, da sua mulher e dos seus filhos, bem como fluxos financeiros e património.