Bandidos
Luís Neves nunca deveria ter ido para um governo liderado por alguém cujo padrão ético é inexistente.
Luís Neves nunca deveria ter ido para um governo liderado por alguém cujo padrão ético é inexistente.
Será que o Senhor Professor Doutor Fernando Alexandre nunca ouviu falar da Lei de Murphy? Mas não, ele deve ter plena confiança na “mão invisível do Mercado”.
Ministro chamou vários jornalistas para conversas privadas. Luís Montenegro mandou-o aguentar a pressão mediática calado. Em Belém, António José Seguro fez telefonemas para confirmar algumas notícias publicadas.
Há várias coisas que tenho a certeza, a primeira das quais é que é impossível fazer um roubo orientado de documentos sem deixar rastro e não é por não haver câmaras de vigilância que esse rastro não existe.
André Ventura é apenas a pessoa que se atreveu a verbalizar um ideário que esteve escondido durante décadas após o 25 de abril de 1974, mas que nunca desapareceu.
Os titulares de cargos públicos não representam apenas a si próprios. Representam o Estado e por isso, quando sobre eles recaem dúvidas sérias que afetam a confiança dos cidadãos, a resposta não pode limitar-se à defesa jurídica da legalidade dos seus atos.
As polémicas que atingem Fernando Alexandre e Luís Neves fragilizam dois dos ministros mais populares do Governo. Mas, para analistas e antigos responsáveis do PSD, os riscos políticos não são iguais.
O debate realiza-se enquanto ainda há exames nacionais a ser corrigidos, um dia depois do prazo ter terminado.
Luís Neves, o ministro que foi uma boa surpresa por não ser político, deu-nos agora a má surpresa: foi sempre político.
Se a reforma é digital, o mínimo que se espera é que a tecnologia colabore. E um plano para gerir a crise depois de ela se instalar não é contingência, é improviso.
Não sendo o único culpado dos males do mundo e da casa que governa (mas pouco), Guterres não foi inspirador, não foi exigente, não foi popular, não foi sequer levado a sério. Sai pela porta pequena, nota de rodapé do declínio ético e político da ONU.
Mais de um ano depois do surgimento do caso Spinumviva, eis que o tema volta à baila: desta vez, o primeiro-ministro decidiu apresentar um segundo recurso para evitar a divulgação dos serviços prestados pela empresa aos clientes, assim como o saldo das contas bancárias.
Gabinete do primeiro-ministro que Montenegro "cumpriu todas as suas obrigações declarativas" e rejeita a existência de qualquer infração às regras aplicáveis aos titulares de cargos políticos.
Um dos recursos visa impedir o acesso aos serviços prestados pela Spinumviva aos clientes e ao saldo das contas bancárias.
Com um toque de botão, Aguiar-Branco fez-se campeão da ocultação.
O Conselho das Finanças Públicas já alertou que 2027 e 2028 serão anos “muito desafiantes”, contando que o crescimento da economia portuguesa estagnou entre os 1,6% e 2%, ancorado sobretudo no consumo privado e no turismo.