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Surtos voltaram aos lares. Ainda assim “são um bom exemplo" para demonstrar eficácia das vacinas

Surto em lar de Proença-a-Nova registou um óbito, cenário impossível no ano passado, quando ainda não existia vacina contra a covid-19, avisa Pedro Simas. Agora, defende o virologista, deve pensar-se na terceira dose da vacina para pessoas consideradas de risco e não em testes de imunidade.

Ainda há utentes e funcionários de lares que não tomaram a primeira dose da vacina. E há também 53 surtos ativos nas estruturas residenciais para idosos, o equivalente a 829 infeções. A região de Lisboa e Vale do Tejo é, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a que regista mais surtos ativos - 25 -, mas é no lar da Santa Casa de Proença-a-Nova que está o surto mais preocupante, com 125 casos ativos. 

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