Ensino Superior. Novo concurso, velhas regras

Ensino Superior. Novo concurso, velhas regras
Rita Pereira Carvalho 06 de agosto de 2021

As vagas aumentam, mas a falta de professores mantém-se. Também os modelos de acesso ao Ensino Superior são os mesmos desde 1996, ano em que os exames passaram a ser obrigatórios para entrar na faculdade.

As candidaturas ao Ensino Superior arrancaram esta sexta-feira e há mais de 52 mil lugares, um número que tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos. Ainda assim, há aspetos que não são alterados há anos.

As regras de acesso são um desses exemplos, intocáveis desde o século passado e sempre com o foco no equilíbrio entre as notas dos exames e as notas obtidas durante a frequência no ensino secundário. Os exames nacionais começaram a fazer parte do modelo de acesso à faculdade em 1996 e em 2003 começaram a ter nota mínima de ingresso. 

Há muito que se pede uma revisão do modelo de acesso ao Ensino Superior, mas esta sexta-feira começa mais um concurso e as regras continuam iguais. À SÁBADO, Mariana Gaio Alves, presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), alerta que será necessário dar atenção a este assunto e sublinha que, apesar "dos pequenos ajustamentos, o geral não tem sido alterado".

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