ONU alerta: ébola mata uma pessoa a cada meia hora
O surto de ébola da República Democrática do Congo não parece dar tréguas. Um responsável da ONU diz que o vírus está a ganhar terreno e que "o mundo precisa de acordar".
O surto de ébola da República Democrática do Congo não parece dar tréguas. Um responsável da ONU diz que o vírus está a ganhar terreno e que "o mundo precisa de acordar".
O surto de Ébola na República Democrática do Congo já provocou mais de 2 mil mortos. A epidemia, concentrada sobretudo no leste do país, é considerada pelas autoridades a que está a evoluir mais rapidamente desde que existem registos.
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Foram confirmados mais de 2.000 casos no leste do Congo, incluindo mais de 750 mortes.
Foram registados 122 casos na última semana.
As autoridades de saúde estão a tentar conter um surto de legionella que já infetou mais de meia centena de pessoas e colocou dezenas de edifícios, incluindo o Museu Guggenheim, sob vigilância.
Desinformação espalhada online e localmente cria cada vez mais resistência às medidas de segurança.
Foram igualmente registados 1.561 casos confirmados, a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.
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O caso foi detetado na província de Haut-Uélé, na fronteira com o Sudão do Sul e a República Centro-Africana. Trata-se de uma pessoa que viajou desde Bunia, capital da província vizinha de Ituri.
Ao todo, foram confirmados 1.203 casos de Ébola.
Mais de um quarto dos 1.155 doentes já confirmados no país morreram.
O anterior balanço apontava para 1.096 infetados e 277 mortes
Apesar da rápida evolução do surto de ébola no Congo, a infecciologista Margarida Tavares afirma que a transmissão fora do continente africano é rara.
O paciente em questão veio de uma das zonas afetadas pelo surto do vírus na República Democrática do Congo.