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Parceiro de negócio do PCP conta tudo ao MP

Maria Henrique Espada
Maria Henrique Espada 02 de outubro de 2024 às 23:00

Gestor da EGIC, que permutou a sede do partido em Aveiro e pagou todas as despesas prévias do processo imobiliário, diz que “era sempre assim”.

"Eu não tenho a certeza de ter havido ou não ter havido violação [da Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das campanhas eleitorais] pelo PCP, em relação ao partido eu não me posso pronunciar, sei é do meu comportamento e da EGIC”, e esse, assegurou Armando Gomes Ferreira, a 26 de fevereiro, ao Ministério Público, foi correto. O gestor da imobiliária EGIC foi ouvido na qualidade de testemunha no inquérito que decorre no DIAP do Porto sobre a permuta da sua antiga sede do PCP em Aveiro, a Vivenda Aleluia, com a EGIC, para aí ser construído um prédio de habitação com oito pisos.

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