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O primeiro dia do deputado Diogo Pacheco de Amorim. “Se for preciso porrada, lá tem de ser”

Alexandre R. Malhado
Alexandre R. Malhado 16 de setembro de 2021 às 08:00

Ainda a recuperar das mazelas de Covid-19, que apanhou a par de Ventura, Pacheco de Amorim estreou-se como deputado. A SÁBADO acompanhou-o no seu primeiro dia, de intervenções discretas e dicas de Cotrim Figueiredo.

À porta da Assembleia da República, no início de tarde da passada terça-feira, 14, Diogo Pacheco de Amorim acendeu um cigarro. Apesar de se ter livrado da Covid-19 há poucas semanas, e de ainda estar a recuperar das mazelas da doença, para a qual não se havia vacinado, aquele cigarro já era um dos muitos que havia fumado nesse dia — tinha, afinal, uma agenda turbulenta pela frente. Aquele seria o seu primeiro dia enquanto deputado do Chega, em substituição do seu presidente, André Ventura, que está em campanha autárquica por todo o país.

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