Luís Montenegro: “O que não posso é calar-me seja sob que pretexto for”

Luís Montenegro: “O que não posso é calar-me seja sob que pretexto for”
Leonor Riso 08 de fevereiro de 2020

Ex-candidato apelou à unidade, mas prometeu não se calar entre os gritos e aplausos da assistência.

Luís Montenegro prometeu no seu discurso que não se pode calar, "seja sob que pretexto for", citando Sá Carneiro. Porém, antes, apelou à unidade e à paz entre o partido.

O discurso do ex-candidato à liderança foi marcado pelos protestos de parte do público, tendo terminado com metade da assistência de pé e a gritar PSD

"Não podemos dizer uma coisa e fazer outra. Há demasiada crispação e agressividade, há demasiado fanatismo até e muitas vezes excessos. O partido precisa de tolerância, de respirar mais liberdade. Eu darei o meu contributo longe de cargos partidários e públicos, mas perto para ajudar o PSD, perto desta grande força que esta cá dentro, termino dizendo que o farei seguindo o exemplo de Sá Carneiro: O que não posso porque não tenho esse direito é calar me seja sob que pretexto for'."

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