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Juiz Carlos Alexandre critica "gabarolices" dos Comandos e desresponsabiliza instituições

Juiz de instrução criminal defendeu o uso de escutas na Operação Miríade e acredita que militares arguidos agiram à margem das instituições, não tendo sido "conspurcadas" por este processo.

O juiz de instrução Carlos Alexandre considerou as escutas feitas pelo Ministério Público aos arguidos da Operação Míriade, que investiga a rede de tráfico de diamantes, ouro e droga que militares operavam na República Centro-Africana (RCA), "um importante meio de obtenção de prova" para apanhar as "gabarolices" dos arguidos ao telefone, contrariando a tese da ilegalidade das escutas, defendida por alguns arguidos.

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