À entrada para o congresso do Partido Socialista, o secretário-geral José Luís Carneiro falou do partido e da mensagem de Cavaco Silva.
Para José Luís Carneiro, o ensaio que o antigo Presidente da República Cavaco Silva publicou no jornal Expresso "assenta como uma luva no governo, porque disse duas coisas muito importantes: que o Governo não reforma e que o Governo está a necessitar de refletir sobre se quer ou não cair para a extrema direita".
José Luís CarneiroJosé Sena Goulão/Lusa
Sobre a mensagem que pretende transmitir no seu primeiro congresso do Partido Socialista (PS) como secretário-geral, Carneiro revelou que os militantes estão ali "para modernizar o Partido Socialista, para renovar o compromisso reformista com o nosso país e para servir as portuguesas e os portugueses".
E acrescentou: "Há algo que todos reconhecem: a minha coragem e a minha tranquilidade. E é com coragem e tranquilidade que vamos servir o país". Questionado sobre as negociações para os órgãos externos da Assembleia da República, respondeu que o "diálogo se mantém" e que aguarda que "esse diálogo possa resultar positivamente naquilo que é fundamental para a vida do país".
O 25.º Congresso Nacional do PS decorre até domingo, em Viseu. A ordem de trabalhos passa pela eleição dos novos órgãos do partido, pela votação na moção global de estratégia e ainda no presidente do PS, cargo para o qual volta a ser candidato o atual presidente, Carlos César.
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