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Governo acusa Ana Jorge de "atuações gravemente negligentes" na SCML

Débora Calheiros Lourenço
Débora Calheiros Lourenço 30 de abril de 2024 às 11:36
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Pedro Mota Soares é apontado como o mais forte candidato a assumir o cargo.

Ana Jorge foi exonerada do cargo de provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e no despacho de exoneração publicado em Diário da República esta terça-feira, o Governo acusa-a de negligência grave. 

O despacho justifica a decisão pela "não prestação de informações essenciais ao exercício da tutela, nomeadamente, a falta de informação à tutela sobre o relatório e contas de 2023", "a ausência de resposta de todos os pedidos de informação até agora solicitados" e acusa ainda Ana Jorge de "atuações gravemente negligentes que afetam a gestão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nomeadamente a ausência de um plano de reestruturação financeira". 

A situação financeira frágil em que a instituição se encontra e a mudança de Governo ditaram o afastamento de Ana Jorge, que tinha assumido o cargo apenas no ano passado. 

Conforme aSÁBADOavançou ainda no dia de ontemPedro Mota Soares é o mais forte candidato a assumir o cargo. O advogado foi ministro da Solidariedade, Trabalho e Segurança Social no Governo de Pedro Passos Coelho, o último de uma coligação entre o PSD e o CDS antes de Luís Montenegro.

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