Um T5 nas Avenidas Novas, 1 milhão no banco e 700 mil de dívidas. A declaração de Cotrim Figueiredo
Marco Alves
Núcleo de Investigação de Acidentes da GNR de Évora ainda não conseguiu chegar à centralina do BMW. Ministro da Administração Interna reagiu duas semanas depois.
A GNR está com dificuldades em apurar a velocidade a que seguia o BWM que transportava o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, quando, pouco depois das 13h00 de 18 de junho, atropelou mortalmente o trabalhador Nuno Santos, na A6. Os investigadores ainda não acederam à centralina (‘coração’ eletrónico da viatura, que poderá guardar registo da velocidade no momento) e a única estimativa que para já existe, cerca de 200 km/h , foi alcançada através de um cálculo desde a passagem na portagem, as câmaras da autoestrada e a hora do acidente.
Leia mais no Correio da Manhã.