O incêndio lavra numa zona de mato e floresta e, no combate, estão cerca de 160 operacionais que contam com o apoio de um meio aéreo.
O incêndio vindo de Espanha e que entrou em Portugal na zona de Montalegre tem esta terça-feira uma frente ativa, com os trabalhos a "evoluir muito favoravelmente", disse o comandante das operações de socorro (COS).
Incêndio em Montalegre combatido por 160 operacionais e apoio aéreoCMTV
Hernâni Carvalho disse à agência Lusa que o fogo, que na manhã de segunda-feira entrou em território nacional na zona de Montalegre, "tem uma frente ativa, a ceder aos meios e com os trabalhos a evoluir favoravelmente".
O incêndio lavra numa zona de mato e floresta e, no combate, estão cerca de 160 operacionais que contam com o apoio de um meio aéreo.
O COS referiu que não há aldeias em risco e que a linha de fogo está na fronteira.
Na segunda-feira à tarde, o incêndio aproximou-se na aldeia de Vilar de Perdizes, onde a prioridade dos bombeiros foi defender casas e armazéns.
Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro, num contexto de temperaturas elevadas que motivou a declaração da situação de alerta desde 2 de agosto.
Os fogos provocaram dois mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, na maioria sem gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.
Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual chegaram dois aviões Fire Boss para reforço do combate aos fogos.
Segundo dados oficiais provisórios, até 19 de agosto arderam mais de 201 mil hectares no país, mais do que a área ardida em todo o ano de 2024.
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Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.