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Eleições na Maçonaria marcadas por trocas de acusações

Um maçon do Porto contou ter pago em dinheiro um serviço a Fernando Cabecinha, um dos candidatos a Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano. Só que acabou constituído arguido por fraude fiscal.

Depois de uma primeira volta sem incidentes, a temperatura eleitoral começou a subir na segunda volta das eleições para Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), uma das maiores obediências maçónicas em Portugal. Num email enviado para dezenadas de maçons, José Paupério Fernandes, um maçon do Porto, descreveu uma situação envolvendo pagamentos em dinheiro a Fernando Cabecinha, o vencedor da primeira volta. Este acabou por ser obrigado a reagir, dizendo estar em curso uma "campanha de difamação".

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