Demissões no hospital de Setúbal. "Aguentaram, aguentaram... até que explodiram"

Demissões no hospital de Setúbal. 'Aguentaram, aguentaram... até que explodiram'
Diogo Camilo 08 de outubro

Os 87 membros de direção e equipas de coordenação que assinaram demissão em bloco no CHS terão de ficar nos cargos até serem substituídos. O que significam estas demissões qual o seu impacto? Profissionais podem sair para o privado se o Ministério da Saúde demorar a encontrar uma solução.

A demissão do diretor clínico do Centro Hospitalar de Setúbal (CHS), Nuno Fachada, por "falta de condições" na passada semana originou uma autêntica "debandada": um total de 87 elementos da restante direção clínica, de diretores de serviço e departamentos, de coordenadores de unidade e comissões e ainda chefes de equipa de urgência anunciaram a demissão em bloco dos seus cargos. Mas, até serem substituídos, vão manter as funções. O acompanhamento dos doentes não está em causa, mas profissionais podem sair para o privado se o Ministério da Saúde demorar a encontrar uma solução.

O que reclamam os médicos?

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