Demissões no hospital de Setúbal. "Aguentaram, aguentaram... até que explodiram"

Demissões no hospital de Setúbal. 'Aguentaram, aguentaram... até que explodiram'
Diogo Camilo 08 de outubro de 2021

Os 87 membros de direção e equipas de coordenação que assinaram demissão em bloco no CHS terão de ficar nos cargos até serem substituídos. O que significam estas demissões qual o seu impacto? Profissionais podem sair para o privado se o Ministério da Saúde demorar a encontrar uma solução.

A demissão do diretor clínico do Centro Hospitalar de Setúbal (CHS), Nuno Fachada, por "falta de condições" na passada semana originou uma autêntica "debandada": um total de 87 elementos da restante direção clínica, de diretores de serviço e departamentos, de coordenadores de unidade e comissões e ainda chefes de equipa de urgência anunciaram a demissão em bloco dos seus cargos. Mas, até serem substituídos, vão manter as funções. O acompanhamento dos doentes não está em causa, mas profissionais podem sair para o privado se o Ministério da Saúde demorar a encontrar uma solução.

O que reclamam os médicos?

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