Entre os problemas dos ex-combatentes, o antigo líder da IL destacou três deles, designadamente o reconhecimento pecuniário do trabalho e da missão que os ex-combatentes fizeram em nome de Portugal.
O candidato presidencial João Cotrim Figueiredo afirmou esta terça-feira querer ser o porta-voz das preocupações e reivindicações dos ex-combatentes, sublinhando que os temas da sua agenda não são determinados pelos dos outros adversários.
Cotrim Figueiredo durante a vista à ACRIGUARDAMiguel Pereira da Silva/LUSA_EPA
"Muitos dos problemas que os ex-combatentes têm enfrentado não têm sido resolvidos e, portanto, até posso assumir compromissos de ser porta-voz de algumas dessas preocupações se merecer a confiança dos portugueses e ocupar o lugar do Presidente da República", disse Cotrim Figueiredo, candidato apoiado pela Iniciativa liberal.
No final de uma visita e reunião à porta fechada na Liga dos Combatentes, em Lisboa, naquela que foi a única ação de campanha do dia, o eurodeputado referiu que poderá influenciar, caso venha a ser eleito no dia 18 de janeiro, o sentido de decisão em muitos dos problemas que ouviu, nomeadamente na falta de reconhecimento do valor e do serviço prestado à nação pelos ex-combatentes.
"Esses vários problemas, alguns deles caberão ao Presidente da República, pelo menos, influenciar no sentido de uma decisão", insistiu.
Entre os problemas dos ex-combatentes, o antigo líder da IL destacou três deles, designadamente o reconhecimento pecuniário do trabalho e da missão que os ex-combatentes fizeram em nome de Portugal, o reconhecimento do papel da Liga enquanto representante desses mesmos ex-combatentes e a preservação da memória do serviço prestados por estes à Nação quer de natureza museológica, quer de intervenção cultural.
Acompanhado do ex-deputado do Chega Henrique de Freitas, e questionado sobre se está a tentar conquistar eleitorado de outros adversários que têm na defesa uma das suas bandeiras, Cotrim Figueiredo garantiu que a sua agenda de campanha não é determinada pela dos adversários.
"A minha agenda de campanha não é determinada pelo que os meus adversários fazem ou deixam de fazer. Eu vim aqui porque achei que o devia fazer e porque faz parte da minha lógica de campanha preservar a memória de Portugal", vincou.
As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026 às quais concorrem 11 candidatos, um número recorde.
Cotrim Figueiredo quer ser o porta-voz das reivindicações dos ex-combatentes
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