Milhares de jovens concentraram-se na praça Marquês do Pombal, em Lisboa, para participar na greve climática estudantil que se realiza em mais de cem países.
Milhares de jovens concentraram-se esta sexta-feira na praça Marquês do Pombal, emLisboa, para participar nagreve climática estudantilque se realiza em mais de cem países.
O protesto em Lisboa é realizado por pessoas de todas as idades: estudantes do ensino básico ao superior, crianças acompanhadas pelos pais e adultos e tem como destino a Assembleia da República.
Muitos participaram na primeira greve estudantil pelo clima emPortugalrealizada a 15 de março, mas também há quem seja novo nestas andanças como as alunas Inês e Margarida da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Lurdes e Beatriz, alunas do 6º ano da escola Filipa de Lencastre em Lisboa.
"Eu não quero lixo, quero 'bollycaos' embrulhados em sacos de papel" e "the planet is getting hotter than Leonardo di Caprio" (o planeta está a ficar mais quente do que Leonardo di Caprio) são duas das mensagens que as alunas de 11 e 12 anos trazem em cartazes.
"É nossa responsabilidade estar aqui porque também somos nós que temos de mudar o planeta, porque é nele que vamos viver no futuro", disse à Lusa Beatriz, que chegou de metro com as colegas da escola.
Do ensino básino ao superior, acompanhados pelos pais ou entre amigos, milhares de jovens e crianças concentraram-se na praça Marquês do Pombal, em Lisboa, para defender o Planeta Terra. Manifestação vai passar por, pelo menos, 48 cidades de Portugal e mais 119 países. - Fotografias , Sábado.
Já Penélope, de 5 anos, apareceu com o seu pai, Gonçalo Carvalho, que hoje participa na greve climática "para defender o futuro das crianças que está em jogo", saudando o protesto e considerando que veio mostrar que a questão ambiental é um problema de toda a sociedade e não apenas de um grupo restrito de cientistas.
Milhares de jovens de mais de uma centena de países, incluindo meia centena de localidades de Portugal, fazem hoje greve às aulas para protestar contra a inação dos governos em relação às alterações climáticas.
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O protesto, o segundo deste ano, serve para alertar os governos para a necessidade de tomarem medidas concretas para se limitarem a emissão de gases com efeito de estufa, que, segundo os cientistas de todo o mundo, estão a provocar alterações drásticas, graves e rápidas no clima da Terra.
Depois de uma greve idêntica a 15 de março passado, a de hoje tem o apoio dos adultos, professores, organizações ambientalistas e cidadãos anónimos.
Estão previstas ações dos jovens em mais de 1.600 cidades de 119 países e em Portugal devem realizar-se manifestações em pelo menos 48 locais, por todo o país.
A greve climática estudantil é inspirada na suecaGreta Thunberg, 16 anos, que no ano passado iniciou um boicote às aulas para exigir do parlamento da Suécia ações urgentes para travar as alterações climáticos, um protesto que rapidamente se replicou por todo o mundo.
Clima: Milhares de jovens concentrados em Lisboa em defesa do planeta
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