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Carneiro considera incompreensível que PGR não tenha aberto inquérito ao caso Spinumviva

Lusa 08 de outubro de 2025 às 19:26
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Carneiro considerou que “uma averiguação preventiva” serve “para prevenir que se cometam crimes” e, no caso Spinumviva, trata-se de atos “já praticados”.

O líder do PS considerou esta quarta-feira incompreensível que não tenha sido aberto um inquérito ao caso Spinumviva e pediu explicações ao procurador-geral da República, apelando a celeridade no processo porque “um primeiro-ministro não pode estar sob suspeita”.

André Carneiro aborda caso Spinumviva e ação da Procuradoria-Geral da República
André Carneiro aborda caso Spinumviva e ação da Procuradoria-Geral da República MIGUEL A. LOPESLUSA

“Tenho pensamento sobre isso, naturalmente. O que para mim é incompreensível é que não tenha sido aberto um inquérito, que acho que é essa a explicação que deve dar o procurador da República, é porque é que não abriu um inquérito”, respondeu aos jornalistas José Luís Carneiro, a meio de uma arruada em Coimbra, quando questionado sobre os últimos desenvolvimentos do caso da empresa familiar do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Carneiro considerou que “uma averiguação preventiva” serve “para prevenir que se cometam crimes” e, no caso Spinumviva, trata-se de atos “já praticados”.

“Portanto, essa é uma pergunta que só o procurador-geral da República pode responder e mais não quero dizer. Aquilo que eu entendo é que um primeiro-ministro de um país não pode estar sob suspeita”, enfatizou, defendendo que estes temas têm que ser esclarecidos com “celeridade e tranquilidade”.

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