Borba: Parlamento aprova audições a Matos Fernandes e Siza Vieira

Lusa 05 de dezembro de 2018
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Deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra, e o colapso de um troço de cerca de 100 metros da estrada 255 provocou a morte de cinco pessoas.

O Parlamento aprovou, esta quarta-feira, por unanimidade requerimentos do PEV, BE e PCP para audição dos ministros do Ambiente e da Transição Energética, e Adjunto e da Economia, na sequência do colapso da estrada que liga Borba a Vila Viçosa.

Buscas continuam em Borba para localizar corpos dos restantes desaparecidos na pedreira
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Os deputados da comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas votaram, por unanimidade, três requerimentos apresentados pelo Partido Ecologista "Os Verdes", Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português para audições sobre o colapso da antiga Estrada Nacional (EN) 255, junto a pedreiras no concelho de Borba.

Na sequência da aprovação dos requerimentos, o parlamento vai requerer a audição dos ministros do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, e Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, bem como diversas entidades na área do ambiente e da engenharia.

O requerimento apresentado pelo PEV solicitou a audição do ministro do Ambiente e da Transição Energética, "na sequência da tragédia na antiga EN255, no troço Borba-Vila Viçosa".

O BE requereu a audição dos ministros Adjunto e da Economia, e do Ambiente e da Transição Energética, e também da Agência Portuguesa do Ambiente e do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), sobre "o colapso da Estrada Nacional 255, junto às pedreiras 'Olival Grande São Sebastião' e 'Carrascal JS', no concelho de Borba".

O requerimento do PCP, além do ministro João Pedro Matos Fernandes, propôs a audição da Ordem dos Engenheiros e da Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro, sobre o "deslizamento de um grande volume de terra" na EN255, entre Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora.

O deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra, e o colapso de um troço de cerca de 100 metros da estrada 255 para o interior de duas pedreiras contíguas, ocorreram em 19 de novembro, provocando a morte de dois operários e a queda de dois veículos que circulavam na via, de que resultaram três vítimas mortais.

O Ministério Público instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente e o Governo pediu uma inspecção urgente ao licenciamento, exploração, fiscalização e suspensão de operação das pedreiras situadas na zona de Borba.
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