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Apesar de pedidos, falta de meios prejudicou ataque inicial ao fogo

Cátia Andrea Costa 20 de março de 2018 às 19:56

Comissão Técnica Independente revela que dos sete pedidos de reforços de meios feitos pela Autoridade Nacional da Protecção Civil apenas dois foram aceites - e um deles não o foi na totalidade.

A Comissão Técnica Independente sobre os incêndios de Outubro na região Centro acredita que o "pré-posicionamento [do combate às chamas] ficou muito aquém das necessidades", tendo em conta as condições meteorológicas previstas para os dias 14 e seguintes daquele mês. De acordo com o relatório da CTI entregue esta terça-feira no Parlamento, dos sete pedidos de reforços de meios feitos pela Autoridade Nacional da Protecção Civil apenas dois foram aceites - e um deles não o foi na totalidade. Já depois dos fogos, houve maior disponibilidade para reforçar os dispositivos.