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Desde 28 de janeiro já estiveram empenhados 11.666 militares, com 1.356 viaturas e 125 máquinas de engenharia.
As Forças Armadas tiveram esta sexta-feira no terreno mais de 2.800 militares no apoio à população, tendo realizado o resgate de 83 pessoas e 15 animais, construído barreiras de contenção e executado 10 missões de vigilância e reconhecimento aéreos.
Um militar resgata uma ovelha na zona que ficou submersa pela subida da água do Rio Lis devido ao mau tempo, em LeiriaANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
De acordo com o balanço divulgado hoje pelo gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), as Forças Armadas empenharam 2.805 militares, 367 viaturas e 27 máquinas de engenharia em cerca de 40 concelhos.
Esteve também no terreno com 55 botes, quatro semirrígidos e duas lanchas anfíbias.
O EMGFA sublinhou que perante o "agravamento severo das condições atmosféricas, que provocaram um alagamento acentuado de áreas inundadas", realizaram o resgate de 83 pessoas e 15 animais, colocaram em segurança 10 cavalos e 70 vacas, construirão barreiras de contenção e realizaram o transporte e distribuição de bens essenciais, como água e alimentos.
As Forças Armadas garantiram ainda o fornecimento de informação geoespacial de apoio à simulação de cenários de inundações para identificação das áreas afetadas, fizeram 10 missões de vigilância e reconhecimento aéreos, realizaram operações de bombagem de águas e trabalhos de apoio técnico a infraestruturas essenciais ou reforçaram as capacidades de produção de energia elétrica, através do emprego de geradores.
Desde 28 de janeiro já estiveram empenhados 11.666 militares, com 1.356 viaturas e 125 máquinas de engenharia.
Entre as ações realizadas, estão o resgate de 215 pessoas, 549 refeições distribuídas e 381 instalações para banhos ou 1.860 camas disponibilizadas em 15 unidades militares.
As Forças Armadas já repararam também mais de 86 habitações e edifícios públicos, disponibilizaram 42 equipamentos Starlink, têm 53 satélites em uso e forneceram 120 geradores, entre outras ações.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro.
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