O Ocidente paladino dos muçulmanos
Paulo Batista Ramos
13 de abril

O Ocidente paladino dos muçulmanos

Há décadas que os cerca de 10-15 milhões de muçulmanos uigur e cazaques da região autónoma de Xinjiang, na China, sofrem abusos aos seus direitos humanos e às suas liberdades religiosas pelo governo chinês. 

Na atual estrutura poliárquica do sistema global, as dinâmicas geopolíticas tornam-se imparáveis, requerendo dos governos reações lucidas e consequentes. À longa rivalidade entre os EUA e China, até aqui essencialmente visível através dos conflitos aduaneiras e comerciais, foram adicionadas novas camadas de fricção geopolítica. 

O dilema do descruzar das cadeias de distribuição, agora entendidas como geradoras de dependências, a inação de Pequim perante a gravidade das alterações climáticas que afetam o planeta e o seu desrespeito pelos direitos humanos, ascenderam ao topo da agenda do relacionamento com a China.  

Há décadas que os cerca de 10-15 milhões de muçulmanos uigur e cazaques da região autónoma de Xinjiang, na China, sofrem abusos aos seus direitos humanos e às suas liberdades religiosas pelo governo chinês. 

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