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Um mês depois dos sismos na Venezuela “ainda há pessoas soterradas e outras a viver na rua”

Porta-voz de associação que presta ajuda humanitária relata que o impacto psicológico está a ser profundo. “Algumas pessoas não aguentaram a dor de perder a família”.

A 24 de junho, a Venezuela foi atormentada por dois sismos que deixaram a região de La Guaira em destroços. Centenas de edifícios ruíram e mais de 5 mil pessoas morreram. Um mês depois, “ainda há muita gente soterrada, pessoas a dormir na rua e com um choque emocional muito grande”, relata Moisés Rodrigues, porta-voz da associação Amigos da Diáspora e dos Emigrantes Madeirenses (ADEM) - organização que tem prestado apoio às vítimas. 

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