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Secretário do Tesouro norte-americano convicto de que Europa reconhecerá anexação da Gronelândia

Lusa 17:38
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Scott Bessent diz que é a melhor decisão possível.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América, Scott Bessent, mostrou-se convicto de que a Europa acabará por reconhecer que a anexação da Gronelândia, reivindicada pelo Presidente norte-americano Donald Trump, é a melhor decisão possível.

Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América
Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América EPA

Na base desta convicção de Bessent está a ideia de que “os europeus projetam fraqueza” e precisam das garantias de segurança que o seu país oferece.

“Paz através da força”, declarou Bessent à NBC.

“Incorporemos [a Gronelândia] nos Estados Unidos e não haverá conflito, porque os Estados Unidos, neste momento, são o país mais forte do mundo. Os europeus projetam fraqueza. Os Estados Unidos projetam força”, afirmou.

Bessent declarou-se convencido de que os líderes europeus “acabarão por ceder” depois de compreenderem que “precisam da proteção de segurança” que o seu país proporciona.

“Acredito que acabarão por compreender que a Gronelândia, sob o controlo dos Estados Unidos, é o melhor resultado possível”, afirmou.

O secretário do Tesouro insistiu que o território é “essencial” para os Estados Unidos e para o seu novo sistema de defesa, designado como Cúpula Dourada.

"O Presidente Trump está a estudar a possível batalha no Ártico que poderá ocorrer no próximo ano. A América tem de controlar a situação", explicou.

Ao mesmo tempo, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, recomendou à Europa que se abstivesse de tomar represálias depois de o Partido Popular Europeu ter proposto a suspensão do acordo comercial entre Washington e Bruxelas, que pôs fim ao último conflito tarifário.

“Nós moderámos as nossas tarifas enquanto continuamos à espera que eles façam o mesmo”, afirmou à Fox News, acrescentando: “Se eu fosse eles, deixaria este assunto de lado, mas se querem transformar esta questão num problema comercial, que o façam”.

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