"Há uma grande preocupação" com um eventual ressurgimento do Estado Islâmico, disse o enviado especial dos EUA para a Síria.
O enviado especial dos Estados Unidos para a Síria, James Jeffrey, afirmou esta sexta-feira que o grupo extremista Estado Islâmico (EI) ainda tem até 20.000 militantes na Síria e no Iraque, embora já não controle territórios.
"Cremos que existem entre 15.000 e 20.000 seguidores do EI, seguidores armados ativos, embora muitos integrem células adormecidas na Síria e no Iraque", indicou Jeffrey numa conferência de imprensa através da Internet.
O responsável admitiu que "há uma grande preocupação" com um eventual ressurgimento do Estado Islâmico, adiantando que, apesar de já não contar com um exército organizado ou com armamento pesado, o grupo é "capaz de funcionar como organização terrorista e como insurgência a baixo nível" e é "muito ativo em parte do Iraque".
Os Estados Unidos dirigem a coligação internacional que integra mais de 70 países, com o apoio do Conselho de Segurança da ONU, para combater o terrorismo na Síria e no Iraque.
A 20 de dezembro, Washington anunciou a retirada das suas tropas da Síria, onde tinha cerca de 2.000 militares, mas Jeffrey disse hoje que "não há um calendário" para sair do país.
Indicou que o custo das operações norte-americanas na Síria no ano passado foi de aproximadamente 2.000 milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros) num orçamento de 700.000 milhões (618,4 mil milhões de euros).
"É uma parte muito pequena e destinou-se principalmente às nossas bombas guiadas de precisão, para garantir que atingimos os alvos do EI e não os civis", disse ainda.
Estado Islâmico ainda tem até 20.000 jihadistas na Síria e Iraque
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