Um homem de 67 anos, natural de Lisboa, morreu no passado domingo numa unidade hospitalar na Cidade do Cabo. A segunda vítima é uma mulher de 83 anos.
Dois cidadãos portugueses morreram por covid-19 na Cidade do Cabo, disse hoje à Lusa fonte da comunidade naquela cidade sul-africana.
Um homem de 67 anos, natural de Lisboa, morreu no passado domingo numa unidade hospitalar na Cidade do Cabo, onde se encontrava hospitalizado, vítima do novo coronavírus, adiantou a fonte.
Segundo as pessoas que o conheciam, referiu a mesma fonte, este português radicou-se na África do Sul ainda muito jovem depois de uma passagem por Luanda, Angola.
Na África do Sul, distinguiu-se como empresário na indústria da informática e era uma pessoa "muito considerada" na comunidade.
A segunda vítima portuguesa que faleceu por covid-19 na Cidade do Cabo é uma mulher de 83 anos, disse à Lusa a mesma fonte.
Natural da Cidade do Cabo, esta portuguesa era filha de imigrantes oriundos da Ilha da Madeira e encontrava-se num lar de idosos em Panorama, arredores da Cidade do Cabo.
A fonte das comunidades portuguesas sublinhou à Lusa que a propagação da pandemia da covid-19 continua a crescer no Cabo e que os portugueses se encontram em situação "muito vulnerável" devido às profissões liberais que desempenham, nomeadamente no ramo do comércio, distribuição e setor das pescas.
A província do Cabo Ocidental, envolvente à Cidade do Cabo, é o foco da pandemia no país, com 45.357 casos positivos de infeção por covid-19 (59,4%), depois de Gauteng (17,1%) e do Cabo Oriental (14,5%), segundo as autoridades de Saúde sul-africanas.
Nas últimas 24 horas, o Governo sul-africano reportou 2.801 novos casos positivos de infeção e 57 novos óbitos por covid-19 no país, sendo 44 mortos no Cabo Ocidental, nove no Cabo Oriental e quatro óbitos no KwaZulu-Natal, litoral do país.
A África do Sul regista um total 76.334 casos positivos de infeção e 1.625 mortes, tendo realizado desde março 1,17 milhões de testes de covid-19, segundo as autoridades de saúde.
Dois portugueses morrem na África do Sul vítimas de Covid-19
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.