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Anti-imigração e pró-família tradicional mas liderado por mulher lésbica casada com estrangeira: o que defende a AfD?

Partido alemão de extrema-direita tem vindo a ganhar visibilidade sobretudo pelas posições rígidas, que procuram fechar as fronteiras do país e tornar as deportações mais fáceis.

A Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão), primeiro partido da extrema-direita alemã desde o fim do nazismo, conquistou o no domingo, no estado da Saxónia-Anhalt. Fundada em 2013, já se tornou líder da oposição, a nível nacional. Defende o nacionalismo, propostas severas anti-imigração, antifeminismo, oposição ao aborto e ao casamento homossexual. A co-líder, Alice Weidel, é uma figura controversa: subscreve os valores acima enumerados, enquanto é uma mulher lésbica numa relação com uma mulher do Sri Lanka, a viver na Suíça. 

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