Sábado – Pense por si

José Pacheco Pereira
José Pacheco Pereira Professor
15 de setembro de 2026 às 23:00

O 11 de Setembro

De repente, o segundo avião entra pela torre dentro e seguiu-se uma exclamação de espanto. Nas ruas à volta, nos cafés e restaurantes já havia grupos por todo o lado presos nas imagens. Pouco a pouco, a realidade de um acto terrorista, sem comparação com os do passado, era evidente.

Há, de facto, dias que nunca se esquecem. No dia 11 de Setembro estava em Amesterdão e passava numa rua quando vi uma pequena multidão diante de uma televisão na montra de uma loja. Havia um completo silêncio, por isso não podia ser futebol. Quando me aproximei ao princípio não percebia o que se passava. O primeiro avião já tinha embatido, mas o jornalista falava de um incêndio sem ser muito claro se era atentado. De repente, o segundo avião entra pela torre dentro e seguiu-se uma exclamação de espanto. Nas ruas à volta, nos cafés e restaurantes já havia grupos por todo o lado presos nas imagens. Pouco a pouco, a realidade de um acto terrorista, sem comparação com os do passado, era evidente.

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