Quarto dia de guerra no Irão: um resumo de tudo o que se passou
Presidente dos EUA vai "cortar todos os acordos com Espanha" e atira ao Reino Unido enquanto elogia a Alemanha.
Presidente dos EUA vai "cortar todos os acordos com Espanha" e atira ao Reino Unido enquanto elogia a Alemanha.
"Não sei se o seu país aceitaria a sua liderança", disse o presidente dos Estados Unidos
O chanceler alemão, Friedrich Merz, encontrou-se, esta terça-feira, com o presidente norte-americano, Donald Trump, em Washington. Merz aproveitou para reforçar que Berlim e Washington estão alinhados na abordagem ao Irão, no que toca à guerra no Médio Oriente.
Trump garantiu que a operação “está a correr muito bem” e defendeu que se os Estados Unidos não tivessem atacado o Irão teria atacado.
Depois de uma base aérea britânica na ilha ter sido atacada por drones na segunda-feira.
O chefe do Governo chinês apelou à Alemanha para trabalhar no sentido de "defender conjuntamente o multilateralismo e o livre-comércio".
O chanceler alemão Friedrich Merz afirma que não vê «o final possível da guerra» entre Kiev e Moscovo. Em análise, o Major-General Isidro de Morais Pereira, no NOW, garantiu que a declaração de Merz não foi feita com base «no sentimento», sustentando que os serviços de informações da Europa indicam que as conversações entre as duas partes não vão conduzir ao fim do conflito.
A presidente do BCE quer que o seu substituto seja escolhido antes da realização das eleições presidenciais francesas.
As declarações do líder polaco são feitas numa altura em que vários países europeus têm discutido entre si a necessidade de um reposicionamento no que diz respeito ao arsenal nuclear da Europa.
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus devido à oposição ao controlo dos EUA sobre a Gronelândia.
O Governo declarou que as ações de violência “excediam os limites das manifestações pacíficas e eram consideradas sabotagem organizada”.
Países nórdicos, como Suécia ou Dinamarca, poderão ter uma viragem à direita. Em França e Itália as eleições regionais servirão de indicador para as presidenciais de 2027.
Deverá ser formalmente aprovado esta tarde.
O primeiro-ministro referiu que Portugal pode, no entanto, contribuir para a força de paz de outras formas.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.